Cabotagem da Aliança Navegação e Logística cresce 16%

Das 2.230 TEU-Containerschiff Aliança Ipanema wird im Cabotage-Dienst der Aliança zwischen brasilianischen Häfen eingesetzt. Dieser Dienst darf nur von brasilianischen Reedereien und Schiffen unter brasilianischer Flagge abgewickelt werden darf. The 2,230 TEU container ship Aliança Ipanema is deployed in Aliança’s cabotage service between Brazilian ports. This service may only be operated by Brazilian shipping companies and vessels under the Brazilian flag.

Das 2.230 TEU-Containerschiff Aliança Ipanema wird im Cabotage-Dienst der Aliança zwischen brasilianischen Häfen eingesetzt. Dieser Dienst darf nur von brasilianischen Reedereien und Schiffen unter brasilianischer Flagge abgewickelt werden darf.
The 2,230 TEU container ship Aliança Ipanema is deployed in Aliança’s cabotage service between Brazilian ports. This service may only be operated by Brazilian shipping companies and vessels under the Brazilian flag.

A Aliança Navegação e Logística encerrou 2018 com um crescimento de 16% em relação ao ano anterior. O resultado foi impulsionado pelo desempenho do mercado de cabotagem como um todo e, também, pelas iniciativas da empresa para ampliar os volumes de cargas em atuais clientes e conquistar empresas que ainda não utilizavam o serviço

A empresa estima que o modal gere economia de cerca de 20% se comparado ao modal rodoviário em rotas mais longas. Com o alto custo do frete rodoviário após o tabelamento, houve uma migração de cargas para a cabotagem, que deve manter o ritmo de crescimento neste ano em 10%.

De acordo com Marcus Voloch, diretor de Cabotagem e Mercosul da Aliança, a empresa conquistou 192 clientes ao longo do ano, com forte impulso após a greve dos caminhoneiros, finalizando o ano com uma carteira acima de 1,4 mil clientes. “Com a conversão, conseguimos superar a meta inicial de crescimento que era de 8%. Além disso, os 50 maiores clientes aumentaram, em média, 15% no volume de cargas transportadas com a Aliança”, destaca o executivo.

No ano passado, as rotas mais procuradas foram da região Sul para o Nordeste e também no sentido contrário. Do Ceará para a Bahia, o incremento da cabotagem foi de 300%. O volume triplicou do estado da Bahia para São Paulo. “Da região Sul para a Norte, o transporte por cabotagem chega a ser 40% mais econômico do que o rodoviário”, comenta o diretor, que ressalta a segurança e o baixo índice de avarias como os principais diferenciais do serviço, que também conta com a adesão de pequenas e médias empresas. “Na realidade, o transporte por navio é apenas uma parte da corrente. O que fazemos é transporte multimodal, explorando a eficiência dos modais disponíveis (rodoviário, ferroviário, fluvial). O navio é o grande elo que conecta as longas distâncias, entregando confiabilidade, regularidade e economias de escala”, complementa.

A Aliança, que completa 20 anos de operação na cabotagem desde a sua aquisição pela Hamburg Süd, agora do grupo Maersk, transportou pela primeira vez, em 2018, frutas como laranja, melancia, melão e tangerina, de São Paulo para Manaus (AM). Outra novidade é o transporte de materiais de construção de grande porte, como caixas d’água de Santa Catarina para o Nordeste, bem como de cacau do Pará para a Bahia, demonstrando a versatilidade do transporte por cabotagem.

Ao todo, a cabotagem da Aliança movimentou 310 mil contêineres no ano passado, considerado o maior volume nas últimas duas décadas. “Isso equivale a 200 mil caminhões a menos nas estradas brasileiras e, consequentemente, redução das emissões de CO2 na atmosfera”, completa Marcus Voloch.