Monthly Archives: março 2021

Suape alcança 100% de adequação à Lei das Estatais e lidera índice estatual

A Unidade de Controle Interno (UCI) de Suape alcançou o nível máximo de excelência. Nesta quarta-feira (24), a Secretaria da Controladoria-Geral do Estado (SCGE) divulgou o Índice de Adequação das Estatais (IAE) 2020, durante a 1ª Reunião Técnica das UCIs realizada este ano. Suape aparece em 1° lugar, com 100% de adequação à Lei nº 13.303/2016 (Lei das Estatais) e ao Decreto Estadual nº 43.984/2016. Outros órgãos como Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) também alcançaram a pontuação máxima.

O encontro contou com a participação de mais de 90 pessoas que atuam no Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Estadual e aconteceu de forma online. A empresa Suape também manteve o 1° lugar no Índice de Adequação ao Sistema de Controle Interno (IAS), junto com a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos (Seinfra), com 100% de adequação.

Na sequência, com um índice de 94%, ficou a Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), seguida pela Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE) e da SCGE, que dividiram o terceiro lugar, com um percentual de 92%. “Em geral, tivemos uma evolução significativa, já que a média de todas as UCIs passou de 46%, em julho, para 67%, em dezembro”, comemorou a secretária da Controladoria-Geral do Estado de Pernambuco (SCGE), Érica Lacet, ressaltando que 17 unidades alcançaram índices superiores a 80% na avaliação.

Em 2020, Suape chegou ao segundo lugar com 97% de adequação do IAE referente ao ano de 2019, e esse crescimento é resultado do trabalho desenvolvido ano a ano pelas equipes das diretorias junto ao Compliance.

“É uma conquista muito significativa para todo o time de Suape, que trabalha de forma multidisciplinar dentro da empresa. Essa conquista nos torna uma instituição de referência em controles internos e também na adequação à Lei das Estatais. É uma premiação para todos os colaboradores”, comemora o presidente de Suape, Roberto Gusmão. “A avaliação implantada pelo governador Paulo Câmara reforça ainda mais a cultura de controle e compartilhamento de informações existente em Suape e estimulada pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio”.

O evento também foi marcado pelo lançamento do Caderno de Boas Práticas de Controle Interno, que tem a proposta de incentivar o intercâmbio de conhecimentos técnicos entre as UCIs. “O material traz 23 experiências exitosas implementadas por 14 unidades, até outubro de 2020, e que podem ser replicadas em outros órgãos e entidades. Isso vai contribuir para o aprimoramento dos controles e elevar o grau de maturidade do sistema”, comentou a diretora de Monitoramento, Avaliação e Controle da SCGE, Cristiana Borges. O caderno está disponível para consulta e download no site da SCGE.

“Estamos melhorando cada vez mais os nossos documentos para que fiquem mais transparentes, com diagramações e conteúdos que cheguem melhor à sociedade. Inclusive, um dos requisitos que alcançamos para a IAE foi a entrega do caderno de boas práticas. Suape pontuou pelo informe Se Liga No Compliance, que é enviado mês a mês para os colaboradores internos e que agora ficará disponível no site da SGCE para todo o Estado, dentro do caderno de boas práticas”, disse Fabiana Maranhão, coordenadora de Compliance de Suape. O Se liga no Compliance foi criado em 2019 e é produzido pelas equipes de Comunicação e Compliance de Suape. O material aborda temas relativos às políticas da empresa de uma forma mais simples, prática e dinâmica.

O IAS avalia 20 pontos de controle, definidos com base no Decreto Estadual nº 47.087/2019 e na Portaria SCGE nº 11/2019, bem como nas orientações técnicas repassadas pela SCGE. Já no IAE, avalia o grau de adequação das Empresas Estatais (24 pontos para as de pequeno porte e 33 para as de grande porte) aos requisitos estabelecidos na Lei Federal nº 13.303/2016, no Decreto Estadual nº 43.984/2016 e nas melhores práticas de governança corporativa.

Portaria dá autonomia aos portos para exploração de áreas ociosas

Autoridades portuárias poderão ceder espaços para outras atividades comerciais dentro dos portos

Portaria do Ministério da Infraestrutura, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 24 de março, deve atrair mais investimentos da iniciativa privada e reduzir a burocracia no setor portuário. Com a Portaria 51, de 23 de março de 2021, a autorização para uso comercial de áreas não afetas às operações portuárias poderá ser concedida diretamente pelas autoridades do setor.

As áreas não ligadas à operação portuária são aquelas localizadas dentro dos portos que estão vazias e não estão relacionadas à movimentação de passageiros e cargas. Com a regulamentação, as autoridades portuárias terão mais liberdade para ceder o uso desses pontos para diversos serviços, de forma a captar mais receitas, por meio de empresas que queiram montar atividades comerciais.

“A medida, inclusive, vai ao encontro de observações do Tribunal de Contas da União (TCU), que recomenda aos portos mais autonomia na geração de novas receitas, redução de áreas ociosas, contribuindo com o seu crescimento sustentável, desburocratizando as decisões e unificando portarias”, avalia o secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários do MInfra, Diogo Piloni.

A nova portaria unifica as Portarias n.º 409, de 27 de novembro de 2014, e n.º 114, de 23 de março de 2016, ambas da extinta Secretaria de Portos da Presidência da República.

Obras nas vias internas do Porto de Itaguaí recuperam condições de trafegabilidade

A Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) está investindo cerca de R$ 4 milhões no serviço contratado por licitação para recuperação asfáltica das vias internas do Porto de Itaguaí. As obras, iniciadas em janeiro deste ano, devem ser concluídas até o próximo mês de julho.

Segundo o superintendente de Engenharia da CDRJ, Roberto Catalão, “o objetivo das obras é recuperar as condições de trafegabilidade, que foi degradada ao longo do tempo em função do grande movimento de cargas pesadas e por causa das chuvas que costumam ser perenes na região, de forma que a manutenção não estava conseguindo atender a contento”.

Uma das empresas beneficiadas com a recuperação das vias é a arrendatária Sepetiba Tecon, que opera o terminal de contêineres do porto. Para o gerente de Desenvolvimento Portuário e Marítimo da Sepetiba Tecon, Marcos Cunha, “a recuperação asfáltica das vias rodoviárias irá proporcionar a segurança necessária e melhores condições a circulação de veículos de transporte de cargas e de pessoas na área do porto público”.

‘Porto Maravalley’, o projeto que quer transformar o Porto do Rio em polo de start-ups

A Invest Rio, agência de atração de negócios da prefeitura, tentará uma saída para a crise do Porto Maravilha. Junto com a aceleradora Fábrica de Startups, criou um grupo de trabalho que deve elaborar um plano executivo para transformar a região em um polo de empresas inovadoras.

Participam do comitê nomes como Hudson Mendonça (MIT Reap), Ricardo Geromel (ex-Forbes e analista da 3G Radar) e José Aranha (Anprotec).

Além de atrair empresas, o projeto deve prever a conversão de imóveis vagos na região em moradias de co-living e apartamentos para quem trabalha em start-ups. O nome da iniciativa, Porto Maravalley, em referência, claro, ao Vale do Silício.

Em paralelo, a prefeitura tenta trazer para a Parque Olímpico o mega-evento de tecnologia WebSummit do ano que vem. O Rio disputa com Porto Alegre.

Fonte: O Globo

Iniciado plantio de 200 hectares de mata atlântica no complexo de Suape

O Complexo de Suape deu início, na sexta-feira (19), o plantio de 200 hectares de mudas da Mata Atlântica na Zona de Preservação Ecológica de Suape. A operação deve ser finalizada em junho. Desde 2011, Suape já plantou cerca de mil hectares do bioma e, nessa etapa de restauração, serão utilizadas mais de 300 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica para cobrir os 200 hectares.

“Adotar práticas sustentáveis deve estar na estrutura do plano de ação do setor privado e, principalmente, do setor público. Suape sempre foi um modelo de pioneirismo na inclusão de medidas de proteção do meio ambiente, de preservação e ampliação de áreas verdes e isso só se confirma com a execução de mais um plano desse porte. Nossa gestão no governo já tinha esse olhar e será intensificado agora”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio, que exerce o cargo de presidente do ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade para a América do Sul.

O processo de restauração começa com a produção das mudas destinadas ao plantio. Suape possui um viveiro florestal, localizado no Engenho Algodoais, no Cabo de Santo Agostinho, com capacidade de produzir 450 mil mudas ao ano de 78 espécies nativas da Mata Atlântica. As mudas são plantadas utilizando as técnicas de plantio total, preenchimento ou enriquecimento. Após essa etapa, as áreas são monitoradas e cuidadas até que o órgão ambiental constate que estão plenamente restauradas.

“A sustentabilidade e a preservação do meio ambiente são prioridades em Suape e a ação reforça esse compromisso. Para se ter uma ideia do trabalho a ser feito, a área de plantio é equivalente a 200 campos de futebol. Estamos muito felizes em poder contribuir com o desenvolvimento sustentável do território”, afirma Roberto Gusmão, presidente de Suape.

Em 2011, o Plano Diretor Suape 2030 aumentou a Zona de Preservação Ecológica de 45% para 59% do total do território do Complexo de Suape. São áreas de Mata Atlântica e ecossistemas associados (restinga e mangue) destinadas à preservação dos recursos naturais. Também em 2011, foi implantado o Projeto de Restauração Florestal.

“O compromisso de Suape é preservar e conservar a ZPEC, restaurando áreas que necessitem de intervenção. É um grande desafio, já que toda ZPEC soma quase 8 mil hectares, mas temos certeza de que vamos conseguir atingir a meta acelerando, a partir de agora, o plantio das áreas”, explica Carlos Cavalcanti, diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Suape.

Para a execução dos serviços de plantio e manutenção dos quase mil hectares em processo de restauração, Suape contratou o consórcio Reflore Brasil, formado pelas empresas Ambientagro Engenharia e Embaúba Ambiental, com investimento de R$ 5,2 milhões em 2021 e contrato com duração de quatro anos. Entre as mudas plantadas nesta sexta estão visgueiro, jatobá, pau-brasil, jenipapo, amescla-de-cheiro, angelim, algodão-da-praia, sabiazeira, jitó e ipê roxo.

Todo o processo de recuperação florestal, desde a elaboração de projetos até a fase final de restauração, é autorizado e acompanhado pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH). Semestralmente, Suape emite um relatório do Plano de Ação de Restauração da ZPEC, do qual faz parte o Projeto de Restauração Florestal, e encaminha à CPRH e ao Ministério Público de Pernambuco, que também acompanha as ações ambientais em curso no território.

Portonave ultrapassa 100 mil TEUs em um único mês

Depois de bater 95 mil TEUs em dezembro do ano passado, a Portonave superou 100 mil TEUs movimentados em um único mês. A nova marca de movimentação mensal do terminal foi conquistada em 26 de fevereiro, durante a operação do navio “E.R Canada”.

O segundo mês do ano fechou com 102.524 TEUs. Para completar, janeiro de 2021 representou o melhor janeiro já registrado na história do terminal – 80.594 TEUs –, um crescimento de 33% se comparado ao mesmo mês de 2020.

As importações, que no início da pandemia até a metade do ano passado tiveram queda, se recuperaram nos últimos meses e mantêm tendência positiva. As exportações, que representaram 35% do total de movimentação da Portonave em 2020, também seguem em crescimento, impulsionado pela madeira e frango congelado.

No ano a Portonave também teve um resultado excelente, com crescimento de 18.8% no comparativo com 2019. Foram movimentados, nos 12 meses, 893.627 TEUs.

Grupo Itapemirim retoma fabricação de vagões de carga para setor de transporte ferroviário

T’Trans vence concorrência da MRS Logística e fornecerá vagões de carga para transporte de brita

A T’Trans, empresa do Grupo Itapemirim, anuncia o retorno ao mercado ferroviário de cargas com a fabricação de vagões para o transporte de brita da operadora MRS Logística. Por meio de licitação, a empresa ganhou a concorrência e assinou o contrato com a operadora em janeiro deste ano, o que viabilizou a retomada das atividades da Fábrica de Material Rodante da T’TRANS, localizada na cidade Três Rios no estado do Rio de Janeiro.

Agora, como parte da primeira etapa, a empresa dá início ao fornecimento do vagão protótipo para a MRS realizar testes. “Estamos otimistas por contribuir para o mercado ferroviário de cargas novamente, e, principalmente, para uma empresa de tamanha relevância no Brasil. Entregaremos vagões do tipo HNT (ideal para transporte de brita), equipados com o sistema de descarga automática”, declara Jean Carlos Pejo, CEO do Industrial Ferroviário e Conselheiro de Administração do Grupo Itapemirim.

De acordo com ele, a previsão é de que o projeto seja finalizado em agosto deste ano. “Entregaremos o vagão protótipo, que será testado na própria MRS por até dois meses, após a aprovação desse primeiro vagão, podemos dar continuidade à fabricação dos demais”, conta Pejo.

Fundada em 1997, a T’Trans, atua no segmento metroferroviário realizando serviços nas áreas de energia, sinalização e controle, telecomunicações, sistemas auxiliares, bilhetagem eletrônica e material rodante.

Wilson Sons investe em startup para medir profundidade de navegação em portos

A Wilson Sons adquiriu uma participação minoritária na startup israelense Docktech, juntamente com um acordo de exclusividade comercial para usar a tecnologia marítima da empresa para monitorar o cais e a profundidade da hidrovia nos portos.

Com a tecnologia dupla digital desenvolvida pela Docktech e, por meio dos dados coletados por sua frota de 80 rebocadores, o operador logístico portuário e marítimo brasileiro poderá entender o comportamento do assoreamento nas áreas portuárias, prevendo como determinados fatores afetam as condições de navegação e segurança.

A tecnologia já está em funcionamento nos portos de Santos e Rio Grande. Os portos do Rio de Janeiro, Açu e Vitória serão os próximos.

No sistema, os rebocadores irão coletar e processar dados batimétricos dos portos onde operam e, por meio do algoritmo Docktech, monitorar em tempo real a profundidade dos berços e dos acessos hidroviários.

Terminal de fertilizantes começa a operar no Porto do Itaqui

O novo terminal da Companhia Operadora Portuária do Itaqui (Copi) iniciou as operações comerciais no Porto do Itaqui neste mês. O sistema possibilita um aumento de até três vezes a produtividade do berço 101, por meio de guindastes móveis, moega e correias transportadoras que conectam o armazém ao berço, com capacidade para movimentar até 3,5 milhões de toneladas de fertilizantes por ano (cerca de 1.250 toneladas/hora).

O empreendimento possui armazenagem estática para 70 mil toneladas de carga a granel dividida em 10 boxes. E para a expedição, um sistema com capacidade de até 700 toneladas/hora possibilita o envio da carga em caminhões direto aos clientes, mesmo em dias de chuva. A infraestrutura também permite operação em recinto alfandegado para granéis de importação, por meio da modalidade de entreposto aduaneiro, além das operações usuais no modelo de consumo e de descarga direta com despacho antecipado.

“O novo terminal da Copi é um sinal claro do fortalecimento dessa cadeia produtiva e da confiança do setor privado para investir no porto público do Maranhão. Estamos trabalhando para atender à grande demanda do mercado internacional e ao mesmo tempo consolidar o Itaqui como o porto do Arco Norte do Brasil”, afirma o presidente do Porto do Itaqui, Ted Lago.

O investimento total da companhia no corredor Centro Norte de fertilizantes está estimado em R$ 260 milhões, sendo R$ 110 milhões já aplicados na primeira etapa do projeto, e R$ 150 milhões adicionais previstos para a construção da expedição ferroviária do terminal no Porto do Itaqui e no futuro terminal multimodal dedicado ao transbordo e logística de interior a partir de Palmeirante, região central do Tocantins.

“Temos aqui o mais moderno terminal de fertilizantes da América Latina e estamos oferecendo aos clientes e ao mercado do centro norte do país uma solução logística diferenciada que possibilita a integração completa da cadeia de exportação de grãos com a de importação de fertilizantes”, destaca o diretor presidente da COPI, Guilherme Eloy.

Primeiros testes

Logo após a conclusão das obras, no último trimestre do ano passado, foram iniciados os testes de comissionamento e de lá para cá foram descarregadas aproximadamente 50 mil toneladas de fertilizantes. O último comissionamento foi realizado em fevereiro deste ano, com o navio MV Bulk Trader, que descarregou no Itaqui cerca de 19 mil toneladas de cloreto (KCL), sendo 10 mil toneladas direcionadas para o novo terminal. Esse tipo de operação, que levaria em torno de 63 horas, com a descarga mecanizada do berço 101 foi concluída em 28 horas.

Essa operação de descarga foi feita simultaneamente de forma convencional e mecanizada, com produtividade média próxima a 1.000 toneladas/hora. Com esse índice as operações de descarga de fertilizantes no Porto do Itaqui oferecem melhores condições para afretamento em razão de um giro maior na escala de navios fundeados, o que impacta diretamente na qualidade dos produtos. Quanto menor tempo na área de fundeio, menor índice de compactação na carga.

Próxima etapa

A segunda etapa do projeto prevê, a partir do 1º semestre de 2022, a integração da cadeia logística de importação de fertilizantes do Porto do Itaqui para o interior do Brasil pelo modal ferroviário. Está prevista uma oferta diária de até 40 vagões (3,7 mil t) com destino ao terminal de transbordo em Palmeirante.

De acordo com Eloy, o novo sistema garantirá ao mercado uma capacidade constante de expedição ferroviária com valores competitivos. Considerando os diferenciais de localização geográfica privilegiada, conexão ferroviária e produtividade, a companhia estima que o novo corredor logístico será o canalizador do crescimento da demanda centro-norte de fertilizantes do país nos próximos anos.

Além de consolidar o Porto do Itaqui como solução logística multimodal do Arco Norte, esses investimentos devem gerar cerca de 200 postos de trabalho diretos e indiretos em São Luís e pelos menos 150 postos na unidade em Palmeirante.

Codeba registra crescimento de 28,17% em fevereiro

Os Portos da Companhia Docas do Estado da Bahia (Codeba) alcançaram a marca de 958.681 toneladas movimentadas em fevereiro. O desempenho representa aumento de 28,17%, em relação ao mesmo período de 2020, quando a companhia movimentou 747.991 toneladas. Foi o melhor mês de fevereiro da história da Codeba.

Os números foram puxados, principalmente, pelo desempenho do Porto de Aratu-Candeias, com forte alta de 58,79%, em relação a fevereiro de 2020, movimentando 501.170 toneladas, contra 315.626 toneladas no mesmo período do ano anterior.

Contribuiu para a alta a movimentação de granéis líquidos, com crescimento de 49,27%, e granéis sólidos, com crescimento de 138,18%. Os principais produtos movimentados foram a nafta (205.166 toneladas), rocha fosfática (32.999 toneladas) e o concentrado de cobre (22.739 toneladas).

A retomada das atividades, após a reativação da linha de importação do Terminal de Granéis Sólidos do Porto de Aratu-Candeias, em janeiro, foi determinante para o desempenho positivo no período.

Pelo Porto de Salvador foram movimentadas 436.919 toneladas, apresentando crescimento de 7,02%, em relação ao mês de fevereiro de 2020, quando foram movimentadas 408.253 toneladas. Contribuiu para a alta a movimentação de granéis sólidos, com crescimento de 37,45%, e contêineres, com crescimento 4,68%, em toneladas. Os principais destaques na movimentação do cais público foram a exportação de minério de manganês (32.108 toneladas) e a importação de trigo (41.263 toneladas).

O Porto de Ilhéus movimentou 20.592 toneladas, em fevereiro. Saíram do país pelo porto organizado do sul da Bahia 9.931 toneladas de níquel e entraram 10.661 toneladas de cacau.

A Codeba registra, pelo sexto mês consecutivo, alta continuada na movimentação de cargas, quando comparada aos meses do ano anterior. Em janeiro deste ano, os portos da companhia alcançaram a marca de 1.095.335 toneladas movimentadas, o que representou aumento de 36,16%, em relação ao mesmo período de 2020. Foi o melhor mês de janeiro da história e, pela primeira vez, foram movimentadas mais de um milhão de toneladas em um mês.