Monthly Archives: fevereiro 2019

CDRJ investe em tecnologia para aprimorar Segurança Portuária

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Uma demanda antiga da comunidade portuária é a melhoria no controle de acesso de pessoas e veículos aos portos administrados pela Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ). Igualmente, há necessidade de um maior controle das embarcações que trafegam em seus canais de acesso e áreas de fundeio. A atual gestão da CDRJ está concluindo uma série de projetos que visam a atender aos públicos interno e externo, aprimorando os níveis de segurança de suas instalações e a rastreabilidade de informações.

Um novo projeto de segurança está sendo implementado no Porto do Rio de Janeiro. Até o final de abril, toda uma nova estrutura, que atende às exigências do Código Internacional de Segurança de Instalações Portuárias, estará operacional. Serão mais de 150 câmeras, sistema de captura de imagem, sistema de controle de acesso, sistema de detecção de imagem por OCR, rádios, cancelas, catracas, radares de segurança perimetral e um novo centro de controle operacional.

E ainda hardwares, softwares e toda a infraestrutura de datacenter necessária para o funcionamento adequado e ininterrupto de um moderno sistema de segurança e controle de acesso. Complementarmente, uma plataforma de cadastro e permissão de acesso de pessoas e veículos ao Porto do Rio, bem como para o gerenciamento de agendamentos de veículos de carga, está sendo implantada. O projeto, desenvolvido em parceria com o Sindicato dos Operadores Portuários do Rio de Janeiro (Sindoperj), é fruto de sucessivas discussões entre a CDRJ, arrendatários, transportadoras e outros usuários. Segundo o presidente da CDRJ, Tarcísio Tomazoni, a estrutura é um instrumento normativo recentemente publicado pela CDRJ.

“Em até 90 dias, todos os usuários deverão fazer uso da plataforma. Tão logo esse sistema tenha seu uso consolidado no Porto do Rio de Janeiro e esteja integrado aos demais mecanismos de controle previstos no plano de segurança da unidade, sua implementação também acontecerá no Porto de Itaguaí”, explicou Tomazoni. Aquisição de drones – Com foco no suporte ao controle das atividades de fiscalização (área portuária, acesso aquaviário e meio ambiente), a CDRJ concluiu processo licitatório para aquisição de drones para os portos do Rio de Janeiro e de Itaguaí e deverá assinar o contrato nos próximos dias.

Está em elaboração um instrumento normativo que regulamentará a utilização dos equipamentos pela Guarda Portuária e pelas áreas de Controle de Acesso Aquaviário, Controle de Acesso Terrestre e Gestão do Meio Ambiente e Segurança do Trabalho. Mais de 40 profissionais da Guarda Portuária foram capacitados em 2018 para a utilização dos equipamentos. Uma plataforma unificada de controle de acesso aquaviário e gestão das operações portuárias está em fase final de desenvolvimento e implantação.

O chamado “Sistema de Gestão Portuária” (Sigport), que atenderá aos quatro portos sob a gestão da CDRJ (Rio de Janeiro, Itaguaí, Niterói e Angra dos Reis), substituirá os sistemas independentes hoje utilizados: o “SuperVia de dados”, para recebimento de documentação; o “Sigep”, que dentre outras funcionalidades emite a guia de pagamento; e o “Sistema de Programação de Navios”, que controla o fundeio, as atracações e desatracações das embarcações. Tomazoni informou que a ferramenta, integrada ao sistema governamental “Porto sem Papel”, otimizará enormemente a experiência do usuário, evitando uma série de retrabalhos hoje necessários, haja vista a desconexão entre os sistemas diversos.

“Além disso, o Sigport contará com módulos hoje inexistentes, como o de fiscalização (área operacional, meio ambiente e segurança do trabalho) e contará com estatísticas e relatórios unificados às demandas da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Ainda no quesito “Gestão e Controle do Acesso Aquaviário”, o presidente da CDRJ salienta que iniciou tratativas junto ao Comando de Operações Navais da Marinha do Brasil para celebração de parceria entre ambas as instituições para implantação do Sistema VTMIS (Vessel Traffiic Management Information System) no Porto do Rio de Janeiro.

Nessa parceria, a CDRJ teria acesso aos dados brutos gerados pelo Sistema de Radares em implantação pela Marinha do Brasil na Baía de Guanabara, por conta do Projeto de Gerenciamento da Amazônia Azul (SidGAAZ). “Discute-se, no momento, as contrapartidas, os investimentos incrementais, os sítios de localização dos radares, tipificação dos radares, plataforma de integração dos dados e definição de funções e responsabilidades de cada órgão no que concerne à manutenção dos equipamentos e segurança das instalações. Além disso, discute-se o modelo legal apropriado para a parceria proposta”, destacou Tomazoni.

Shell, Pátria e Mitsubishi anunciam termelétrica de US$ 700 mi em Macaé, RJ, com uso de gás do pré-sal

As empresas Pátria Investimentos, Grupo Shell e Mitsubishi Hitachi Power Systems (MHPS) anunciaram o investimento de US$ 700 milhões para a construção e operação de uma usina termelétrica que será abastecida pelo gás do pré-sal em Macaé, no interior do Rio. A usina vai se chamar Marlim Azul e tem previsão de começar a funcionar em 2022.

A usina será a primeira no Brasil a usar turbinas a gás M501JAC da Mitsubishi, equipadas com a tecnologia capaz de produzir eletricidade mais eficiente e confiável com baixo consumo de água e de emissões.

A Marlim Azul tem a expectativa de despacho de mais de 80%, o que vai permitir complementar o intervalo da geração renovável com a exploração das reservas de gás natural do pré-sal, segundo a empresa Pátria.

A parceria entre as multinacionais prevê o desenvolvimento da planta e a comercialização da energia, tanto no mercado cativo, por meio de um leilão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em dezembro de 2017, como na contratação livre de energia (ACL), por meio da Shell Energy Brasil.

Segundo a parceria, a planta vai entrar em operação disponibilizando ainda energia adicional a ser vendida no livre mercado.

De acordo com a Pátria Investimentos, a usina Marlim Azul, de 565 megawatts, foi o primeiro projeto vencedor dos leilões de energia com gás do pré-sal brasileiro, com um dos custos variáveis unitários mais competitivos entre as usinas a gás.

“A MHPS tem o privilégio de trazer nossa tecnologia líder mundial para o Brasil, ajudando a inaugurar uma nova era de uso do gás pré-sal brasileiro para fornecer energia flexível que complementará a geração intermitente de energia eólica e solar”, disse Paul Browning, CEO da MHPS Américas.

A Pátria Investimentos é o sócio majoritário do projeto com 50,1% do negócio. O Grupo Shell ficará com 29,9% e a MHPS com 20%.

“Este projeto é extremamente importante para o desenvolvimento da indústria de energia e para a economia brasileira. Acreditamos que esta iniciativa vá de encontro às necessidades do setor”, disse Otavio Castello Branco, da Pátria Investimentos.

A Shell Brasil Petróleo será a fornecedora de gás para a planta.

“Esse é um passo estratégico fundamental para a Shell no Brasil na diversificação de seu portfólio e na transição energética no país. Buscávamos uma maneira eficiente de monetizar o gás natural que será produzido nos campos do pré-sal, onde nossa presença tem aumentado significativamente. Esse projeto permitirá uma sinergia entre nossos negócios de águas profundas, gás e energia elétrica, e para isso encontramos parceiros comprometidos e alinhados com nossos propósitos,” afirmou o presidente da Shell Brasil Petróleo Ltda, André Araújo.

A Pátria Investimentos disse ainda que no pico da construção da planta, o número de empregos diretos criados poderá chegar a 1.500.

O G1 entrou em contato com a empresas envolvidas para saber qual o prazo para início das obras e aguarda retorno. A reportagem aguarda do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) informações sobre certificações de implantação da usina e quais cuidados devem ser tomados para evitar impactos negativos no meio ambiente.

Fonte: G1

Portos da CDRJ movimentaram 63,8 milhões de toneladas em 2018

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Administrados pela Companhia Docas do Rio de Janeiro, os Portos do Rio de Janeiro, Itaguaí e Niterói obtiveram um crescimento expressivo na movimentação de cargas em 2018, fechando o ano com o recorde de 63,8 milhões de toneladas.  O número representa um aumento de 7% em relação a 2017, quando foram movimentadas 59,6 milhões de toneladas.

O acréscimo, em toneladas, de 22,6% da carga conteinerizada e de 5,5% dos granéis sólidos influenciou a evolução do total movimentado pela companhia. O trigo (aumento de 16%), o sal (114%), o gesso (56%), “roll-on/roll-of” (19%)  e a carga conteinerizada (22,6%) foram os produtos com os acréscimos de maior destaque.

O Porto do Rio de Janeiro registrou um crescimento expressivo de 12,1% na movimentação total, que atingiu a marca de 7.127.318 toneladas. Na carga conteinerizada, o destaque foi o aumento de 73% na importação de longo curso da Arrendatária Libra. No caso da Arrendatária Multiterminais, tanto a importação como a exportação de longo curso registraram aumento de 29% e 14%, respectivamente.

Já o Porto de Itaguaí, com 56.604.586 toneladas movimentadas, registrou um aumento de 6,5% em relação ao ano anterior.  Destaque para o crescimento de 5,4% na movimentação de granéis sólidos, ocasionado pela ampliação da exportação do minério de ferro em 8%. Destaque ainda maior para o expressivo crescimento de 33,4% na movimentação de contêineres. A arrendatária Sepetiba Tecon movimentou o equivalente a 4.034.128 toneladas em 2018, ante pouco mais de 3 milhões em 2017. Essa tonelagem foi derivada da movimentação de 415.907 TEUs, ante 246.033 TEUs movimentados entre janeiro e dezembro de 2017.

Como um todo, a CDRJ movimentou o equivalente a 763.688 TEUs nas duas unidades (Rio de de Janeiro e Itaguaí), o que representa um incremento de 25,3% em relação ao ano anterior.

Apesar da pequena representatividade em termos de tonelada movimentada (44.603), o Porto de Niterói alcançou um crescimento 101,6%, em relação ao ano de 2017,  atribuído à demanda da atividade offshore.

TechnipFMC ganha da Petrobras um grande contrato para 13 poços em Mero 1

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A TechnipFMC recebeu da Petrobras um grande contrato de engenharia, aquisição, construção e instalação (EPCI) para o campo do pré-sal Mero 1, localizado na Bacia de Santos, a 2.100 metros de lâmina d’água no litoral brasileiro

O contrato foi firmado em nome do Consórcio Libra, formado pela Petrobras, Shell, Total, CNOOC, CNPC e Pré-Sal Petróleo (PPSA). Para a TechnipFMC, um grande contrato está entre US $ 500 milhões e US $ 1 bilhão. TechnipFMC disse na quarta-feira que o contrato cobre engenharia, aquisição, construção de todas as linhas rígidas, bem como a instalação e pré-comissionamento de todos os sistemas de risers e linhas de fluxo para interligar 13 poços (6 de produção e 7 de água alternada). FPSO.

Ele também inclui a instalação de dutos rígidos (incluindo ligas resistentes à corrosão e preguiçosos de aço), risers flexíveis e linhas de fluxo, umbilicais de tubos de aço e outros equipamentos submarinos necessários.

Arnaud Piéton, Presidente Subsea da TechnipFMC, comentou: “Estamos extremamente honrados por termos sido selecionados para executar este projeto EPCI para o campo do pré-sal Mero 1 no Brasil. Estamos ansiosos para colaborar com o Consórcio Libra no desenvolvimento deste importante projeto junto a Petrobras. ”

A empresa opera um Centro de Tecnologia Subsea global, que se concentra em sistemas de produção submarina e tubos flexíveis. A TechnipFMC também opera uma frota de 8 embarcações especializadas com base no Brasil, que inclui o recém-nomeado Skandi Olinda, uma embarcação brasileira de apoio em cais.

O FPSO Mero será instalado no campo de Mero, localizado na área noroeste do bloco de Libra, a cerca de 180 km da costa do Rio de Janeiro, no pré-sal da bacia de Santos.

A unidade será operada pela Modec, empresa responsável pela construção e fretada por 22 anos. Parte da construção será realizada no Brasil.

Nomeadamente, a Modec recentemente concedeu um contrato ao especialista em construção offshore do Brasil, o Estaleiros do Brasil Ltda. (EBR), para a fabricação e montagem de vários módulos de processo topsides para o sistema Mero FPSO, o FPSO Guanabara MV31.

Fonte: Click Petróleo e Gás

Marinha conclui em março licitação para aquisição de quatro embarcações de patrulha

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A Marinha do Brasil divulgará em março o resultado da licitação para escolha do consórcio que será responsável pela construção de quatro novas corvetas do Projeto Tamandaré. Passada a fase de refinamento das propostas, foram iniciadas neste mês as negociações finais que culminarão com a escolha da melhor oferta. Segundo as autoridades militares, as novas embarcações de escolta, de alta complexidade tecnológica, devem ser versáteis e de elevado poder de combate.

Algumas de suas missões serão: contrapor às múltiplas ameaças ao território nacional, garantir a proteção do tráfego marítimo, bem como controlar as áreas sob jurisdição brasileira. Também poderão realizar missões de defesa aproximada ou afastada, no projeto Amazônia Azul, que atua na proteção das águas da Amazônia e das fronteiras, além de combater a pesca ilegal, o tráfico de drogas e o desmatamento, entre outros fins.

À medida que se aproxima a conclusão do processo licitatório, empresas em todo o mundo se mobilizam para fornecer os equipamentos para as embarcações de patrulha. A Thales, que tem unidades em países como França, Holanda e Brasil e já é parceira de longa data do governo brasileiro — é de sua fabricação o sistema de sonares do submarino Riachuelo, lançado ao mar em dezembro — aposta num sistema de inteligência baseado em radares e sonares de última geração, além da transferência de tecnologia para o país. Os dois quesitos são considerados fundamentais pela Marinha.

Seus principais trunfos são o radar de busca combinada 3D, da família NS 100 e o sonar Kingklip. O primeiro é um radar multisensor, de alta performance e com capacidade para detectar uma ampla variedade de alvos em um único modo, já utilizado pelas marinhas da Holanda e Cingapura. O segundo é um sonar de alto desempenho e capaz de detecção de longo alcance, mesmo em condições ambientais adversas, com alerta de torpedo permanente e capacidade de evitar obstáculos subaquáticos, além de possuir certificação como Produto Estratégico de Defesa.

A Thales não participa de nenhum dos consórcios que estão na disputa pelo programa de construção das corvetas da classe Tamandaré. A empresa adotou a estratégia de se posicionar como fornecedora para todos os estaleiros que se interessarem pelo seu sistema de combate, sensores, sistemas integrados de comunicação e guerra eletrônica. Parceira dos quatro finalistas, tem chances de se associar a quaisquer dos grupos que sair vencedor, entre os que seguem na disputa, numa decisão que caberá à Marinha brasileira.

Uma das exigências do governo brasileiro é de que o projeto tenha 40% de conteúdo nacional, o que não é um problema para a empresa que fabrica parte de seus componentes no país. A empresa possui um centro de excelência de radares nas instalações da Omnisys, a subsidiária da Thales, sediada em São Bernardo do Campo, São Paulo. Lá são produzidos os equipamentos dos quatro novos submarinos brasileiros, como sonares, antenas e consoles da cabine de tripulação (onde ficam os controles da embarcação), além de sistemas de comunicação.

— A gente não é o tipo de empresa que vende o produto numa caixa preta e vai embora. Pelo contrário. Vendemos o produto, instalamos, fazemos a transferência de tecnologia e ficamos um tempo — defende Ruben Lazo, vice-presidente da Thales América Latina, acrescentando, que a empresa também oferece a manutenção dos equipamentos instalados, teste de aceitação e apoio logístico integrado durante o ciclo de vida dos sistemas, além da transferência de tecnologia, que gera divisas, conhecimento e empregos no país.

Para Ruben Lazo, a transferência de tecnologia na parte de defesa é fundamental para a soberania do país, que poderá contar com a capacitação de mão de obra local, além de assegurar o domínio da tecnologia adquirida. Na sua opinião esse é o grande diferencial da Thales em relação à concorrência. Lazo e o diretor executivo da Thales, Luciano Macaferri Rodrigues destacaram ainda que empresa costuma direcionar 20% de seu faturamento para inovação, garantindo assim o avanço tecnológico dos seus produtos.

Nos últimos anos a Thales e a Omnisys investiram mais de R$ 20 milhões na produção dos transdutores (peças dos sonares que permitem emitir e ouvir sons) na unidade de São Bernardo do Campo. Isso faz da Omnisys a primeira empresa a ter infraestrutura industrial capaz de fabricar equipamentos de sonares de defesa no Brasil.

Na estrutura do Tamandaré, a empresa será responsável pela fabricação destes transdutores, testes de aceitação e suporte logístico, caso seja a escolhida. A Thales possui mais de 150 sonares de cascos HMS (sigla em inglês para Hull Mounted Sonar), operando em mais de 20 marinhas do mundo, desde 1975. O Kingklip, o mesmo que está sendo oferecido para a Marinha brasileira foi selecionado no ano passado pela França para equipar suas fragatas de classe La Fayette e a próxima geração das fragatas FTI (fragatas de tamanho médio).

Estão na disputa pela licitação para construção das corvetas brasileiras os seguintes consórcios: Águas Azuis, Damen Saab Tamandaré, FLV e Villegaignon. A Marinha espera investir no projeto até US$ 1,6 bilhão (cerca de R$ 6,2 bilhões). As entregas estão para ocorrer no período de 2022 a 2025. Os navios escolta, que é o caso dessas corvetas, se distinguem dia demais pela versatilidade, capacidade de detecção, mobilidade e autonomia para a patrulha de extensas áreas marítimas na defesa dos interesses econômicos nacionais.

O objetivo da Marinha com o programa das corvetas é expandir e modernizar sua força naval, que hoje conta com duas corvetas da Classe Inhaúma e uma da Classe Barroso, que se encontram em plena operação. As corvetas existentes foram construídas no Brasil, bem como os futuros navios, “visando cooperar com o desenvolvimento da BID (Base Industrial de Defesa) e estaleiros nacionais, gerando renda, empregos e transferência de tecnologia”, segundo a Marinha, que aponta a importância de radares e sonares de última geração nas embarcações como forma de “ampliar a capacidade de detecção e identificação de ameaças de superfície, aéreas e submarinas”.

Para o vice presidente regional da Thales as soluções tecnológicas oferecidas pela empresa são fundamentais num momento em que se discute soberania e defesa das fronteiras, por meio do projeto Amazônia Azul. Elas serão fundamentais no combate à entrada de drogas e ao contrabando no Brasil, exemplifica:

— Não temos a guerra tradicional, mas sim uma criminalidade sofisticada em que o inimigo possui mais poder de fogo que muitos governos. Temos que responder a isso com tecnologia. Nossos sistemas conseguem identificar se um fluxo de embarcações é normal ou anormal, de forma a permitir a quem está no controle (de uma corveta ou submarino) a tomar as decisões.

Fonte: O Globo

Petrobras inicia produção em Lula Norte, com capacidade para 150 mil barris/dia

A Petrobras informou que iniciou nesta sexta-feira (1) a produção de petróleo e gás natural na área de Lula Norte, no pré-sal da Bacia de Santos, por meio da plataforma P-67.

Com capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de óleo e comprimir até 6 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural, esta é a nona unidade instalada no bloco BM-S-11, em concessão operada pela Petrobras (com fatia de 65%), em parceria com a Shell (25%) e a Petrogal (10%).

A plataforma, do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás), está localizada a aproximadamente 260 km da costa do estado do Rio de Janeiro, em profundidade de água de 2.130 metros, e produzirá por meio de nove poços produtores, além de estar interligada a seis poços injetores, informou a estatal.

O escoamento da produção de petróleo será feito por navios aliviadores, enquanto a produção de gás será escoada pelas rotas de gasodutos do pré-sal.

O campo de Lula (jazidas de Lula e Cernambi) é o maior produtor do país e deverá atingir em 2019 a marca de 1 milhão de barris de petróleo produzidos diariamente, em menos de uma década desde o início de sua produção comercial, que ocorreu em outubro de 2010.

Além da P-67, as outras plataformas em operação no bloco são: FPSO Cidade de Angra dos Reis (Piloto de Lula), FPSO Cidade de Paraty (Piloto de Lula Nordeste), FPSO Cidade de Mangaratiba (Iracema Sul), FPSO Cidade de Itaguaí (Iracema Norte), FPSO Cidade de Maricá (Lula Alto), FPSO Cidade de Saquarema (Lula Central), P-66 (Lula Sul) e P-69 (Lula Extremo Sul).

Fonte: G1

Petrobras inicia produção da plataforma P-67 no Campo de Lula no pré-sal da Bacia de Santos

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A Petrobras iniciou nesta sexta-feira (1), com os seus parceiros do Consórcio BM-S-11, a produção de petróleo e gás natural, por meio da plataforma “P-67″, na área de Lula Norte, no pré-sal da Bacia de Santos. Com capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de óleo e comprimir até seis milhões de metros cúbicos por dia de gás natural, esta é a nona unidade instalada no bloco BM-S-11.

A plataforma, do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás), está localizada a aproximadamente 260 quilômetros da costa do estado do Rio de Janeiro, em profundidade de água de 2.130 metros, e irá produzir por meio de nove poços produtores, além de estar interligada a seis poços injetores. O escoamento da produção de petróleo será feito por navios aliviadores, enquanto a produção de gás será escoada pelas rotas de gasodutos do pré-sal.

Campo de Lula

Atualmente, o campo de Lula (jazidas de Lula e Cernambi) é o maior produtor do país e deverá atingir em 2019 a marca de um milhão de barris de petróleo produzidos diariamente, em menos de uma década desde o início de sua produção comercial, que ocorreu em outubro/2010.

Além da “P-67″, as outras plataformas em operação no bloco são: “FPSO Cidade de Angra dos Reis” (Piloto de Lula), “FPSO Cidade de Paraty” (Piloto de Lula Nordeste), “FPSO Cidade de Mangaratiba” (Iracema Sul), “FPSO Cidade de Itaguaí” (Iracema Norte), “FPSO Cidade de Maricá” (Lula Alto), “FPSO Cidade de Saquarema” (Lula Central), “P-66″ (Lula Sul) e “P-69″ (Lula Extremo Sul).

O campo de Lula está localizado na concessão BM-S-11 operada pela Petrobras (65%), em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda. (25%) e a Petrogal Brasil S.A.(10%).