Monthly Archives: março 2017

Chega ao Brasil casco de plataforma da Petrobras que produzirá no pré-sal em 2018

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O casco do navio-plataforma P-69, com início de produção no pré-sal previsto para 2018, chegou ao Brasil nesta semana para a conclusão das obras no estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis (RJ), informou a Petrobras nesta quinta-feira.

O FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás) será instalado no campo de Lula, módulo de Lula Extremo Sul, na Bacia de Santos.

O bloco é operado pela Petrobras (65 por cento) em parceria com a BG E&P Brasil, companhia subsidiária da Royal Dutch Shell (25 por cento), e a Petrogal Brasil (10 por cento).

A plataforma terá capacidade de processamento diário de 150 mil barris de óleo e de 6 milhões de metros cúbicos de gás. Além disso, conta com estrutura capaz de estocar 1,6 milhão de barris de óleo e deverá atuar em profundidade d’água de 2.200 metros, segundo nota da Petrobras.

No estaleiro, será feita a instalação dos módulos sobre o casco, a interligação de todos os equipamentos da plataforma e o comissionamento dos sistemas operacionais –conjunto de testes para verificar se os sistemas estão de acordo o projetado.

O casco, que tem 288 metros de comprimento, 54 metros de largura (boca) e 31,5 metros de altura (altura do fundo dos tanques até o convés principal), veio do estaleiro Cosco, em Zhoushan, na China, onde foi construído.

Fonte: Uol

Petrobras: plataforma FPSO Pioneiro de Libra inicia viagem de Cingapura ao Brasil

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A Petrobras informa que o navio-plataforma FPSO Pioneiro de Libra deixou o estaleiro Jurong, em Cingapura, em viagem para o Brasil desde terça-feira, 28, com previsão de chegada no início de junho. A embarcação será utilizada no programa de testes de longa duração (TLD) do bloco de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. O primeiro TLD deve começar em meados de 2017, segundo a Petrobras.

O FPSO, afretado pelo Consórcio de Libra ao Consórcio OOGTK, resulta da conversão do navio petroleiro Navion Norvegia e tem capacidade para processar 50 mil barris de petróleo por dia e comprimir e reinjetar 4 milhões de m3/dia de gás associado.

O Consórcio de Libra é formado por Petrobras (operadora com 40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%), tendo como gestora do contrato de partilha da produção a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA).

Fonte: Jornal do Commercio RS

Após Brasoil, PetroRio avalia novas aquisições em 2017

Depois de concluir a compra de 100% da Brasoil, este mês, a PetroRio pretende voltar ao mercado e está otimista em fechar mais uma ou duas novas aquisições ao longo deste ano. A petroleira brasileira encerrou 2016 com posição de caixa de R$ 614 milhões (incluindo recebíveis) e já avalia novas oportunidades de aquisição, disse o diretor Financeiro, de Novos Negócios e de Relações com Investidores, Blener Mayhew.

Segundo ele, a meta de atingir uma produção de 100 mil barris diários até o fim deste ano, por meio de novas aquisições, está mantida, “por mais desafiadora que seja”. O executivo contou que a PetroRio participa, neste momento, de dez processos de concorrência, dois deles mais adiantados, no Brasil e no Golfo do México. A companhia mira ativos também no Paraguai e Colômbia.

“A Petrobras tem ativos muito interessante, mas não queremos, como estratégia de negócio, depender só da Petrobras para crescer. Estamos olhando outras empresas que estão recalibrando seus portfólios”, disse o diretor.

Segundo Mayhew, a companhia mantém conversas com fundos de investimentos para formação de parcerias nas aquisições.

“Temos visto fundos interessados em entrar no Brasil, principalmente asiáticos, japoneses e chineses. Essa instabilidade política que o [presidente dos Estados Unidos, Donald] Trump está criando, principalmente essa postura hostil contra a China, está forçando os chineses a olharem muito para a América do Sul como uma fonte de negócios e recursos”, afirmou.

Além de buscar sócios para a compra de ativos, a PetroRio busca parceiros também para o desenvolvimento do projeto de gás natural de Pirapema – ativo incorporado ao seu portfólio com a compra da Brasoil. Localizado na Bacia Foz do Amazonas, o projeto de Pirapema já conta com uma linha de R$ 1,1 bilhão aprovada pela Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). “Independente disso, queremos trazer um parceiro, para diluir riscos”, disse.

Segundo a PetroRio, Pirapema possui volumes estimados em 20 bilhões de metros cúbicos de gas-in-place (total contido no reservatório, embora não necessariamente recuperável economicamente).

A petroleira possui hoje dois ativos operacionais: uma fatia de 10% no campo de gás de Manati (Bacia Camamu-Almada) e 100% de Polvo (Bacia de Campos).

Ao longo de 2016, a companhia investiu num programa de redesenvolvimento de Polvo, que permitiu à petroleira aumentar em 3,17% as reservas provadas do campo (13 milhões de barris) e alongar em dois anos, para 2022, a vida econômica do ativo.

Polvo produziu, em média, 8.145 barris por dia de petróleo. A PetroRio, contudo, tem planos de investir US$ 50 milhões na perfuração de dois novos poços em Polvo, para elevar a produção local.

Segundo Mayhew, a empresa também avalia usar técnicas de injeção de polímeros para aumentar a recuperação da produção. Os novos investimentos em Polvo, no entanto, vão depender da evolução dos preços do barril e do ritmo de aquisições.

“Temos um ranking de projetos. Olho dos dois poços [do projeto de revitalização de Polvo] vis a vis o preço do petróleo, o price dos ativos do Golfo do México, [a intenção] de comprar um ativo na Colômbia… Fazemos um ranking baseado nos retornos financeiros. É dinâmico”, afirmou.

Fonte: Valor

Tecon Rio Grande começa a operar três novos guindastes

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Os 20 anos de concessão da Wilson Sons para operação do Tecon, em Rio Grande, serão celebrados com um grande marco, literalmente. A empresa ingressa no mês de abril comemorando duas décadas de trabalho na cidade e colocando para funcionar novos equipamentos, fruto de US$ 40 milhões em investimento. O mais simbólico deles são três novos guindastes com capacidade de alcance de até 24 contêineres alinhados. Ao todo, 11 equipamentos foram comprados na China e chegaram ao Brasil em fevereiro.

Os três STSs (Ship to Shore Container Crane – responsáveis pela movimentação de contêineres entre o navio e o pátio) ampliam significativamente a agilidade na operação e são, até o momento, os maiores instalados no País. Além dos STSs adquiridos na China, o Tecon importou oito RTGs (Rubber Tyre Gantry Crane – pontes rolantes sobre rodas utilizadas na movimentação dos contêineres no pátio). Em conjunto, os novos equipamentos darão à empresa um ganho estimado de pelo menos 45% na produtividade média.

A renovação tem basicamente três objetivos principais: modernizar as instalações, valorizar o ativo e se preparar para uma grande mudança de mercado. Diretor-presidente do Tecon Rio Grande, Paulo Bertinetti explica que está em andamento um visível movimento de concentração de empresas armadoras em grandes multinacionais (o que levará ao predomínio de navios maiores nos mares e portos do mundo).

“Recentemente, a Maersk comprou a Hamburg Süd (armadora alemã líder nos tráfegos com o Brasil). Já tivemos mais de 20 principais armadores, hoje temos em torno de 11 e, na velocidade que vai o mercado, teremos a concentração da movimentação mundial de cargas em sete ou seis grandes companhias. Com isso, a navegação será operada com navios cada vez maiores”, explica o executivo.

Renê Wlach, diretor comercial do Tecon, reforça a análise de Bertinetti e afirma que, apesar de vultoso, o investimento não tem foco em ampliar a grade de clientes do Tecon, mas manter a competitividade.

“Os armadores buscam os portos que têm condições de atender a suas maiores embarcações, sempre. Antes, o padrão já foi de guindastes para operar com navios que alinhavam 19 contêineres, o que avançou para 22, e agora estamos indo para 24. O passo futuro do Tecon é ampliar em mais 300 metros o espaço para receber essas embarcações”, diz Wlach, ressaltando também o investimento feito no novo sistema de automação do Tecon, o N4, que também terá estreia em abril.

Com a agilidade na operação dos novos guindastes e sistemas, o desembarque de contêineres no Tecon será mais rápido, o que acabou exigindo também a compra de 42 caminhões e 18 semirreboques, além da contratação de 80 novos funcionários.

Fonte: JCRS

Quarta semana de março tem superávit de US$ 1,6 bi

Na quarta semana de março de 2017, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,602 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,453 bilhões e importações de US$ 2,851 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 15,982 bilhões e as importações, US$ 10,525 bilhões, com saldo positivo de US$ 5,457 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 46,363 bilhões e as importações, US$ 33,627 bilhões, com saldo positivo de US$ 12,736 bilhões. Quanto ao grupo das carnes, a média diária de exportações da quarta semana foi de US$ 50,5 milhões, com queda de 19% menor em relação ao valor registrado até a terceira semana de março (US$ 62,2 milhões).

Análise da semana

A média das exportações da quarta semana (US$ 890,6 milhões) foi 0,4% acima da média até a terceira semana (US$ 886,9 milhões) em razão do aumento nas exportações de produtos básicos (+3,9%, por conta de soja em grãos, minério de ferro, cinzas e resíduos de metais preciosos, mel natural). Caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-15,5%, em razão de açúcar em bruto, ferro-ligas, semimanufaturados de ferro/aço, couros e peles, alumínio em bruto) e manufaturados (-0,7%, em razão de laminados planos de ferro/aço, óleos combustíveis, hidrocarbonetos e seus derivados halogenados, óxidos e hidróxidos de alumínio, tubos de ferro fundido).

Nas importações, houve queda de 3,4%, sobre igual período comparativo (média da quarta semana, de US$ 570 milhões, sobre média até a terceira semana, de US$ 590 milhões), explicada, principalmente, pela diminuição nos gastos com equipamentos eletroeletrônicos, equipamentos mecânicos, combustíveis e lubrificantes, plásticos e obras, aeronaves e peças, instrumentos de ótica e precisão.

Análise do mês

Nas exportações, comparadas as médias até a quarta semana de março de 2017 (US$ 887,9 milhões) com a de março de 2016 (US$ 726,9 milhões), houve crescimento de 22,1%, causado, principalmente pelo aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+35,8%, por conta, principalmente, de minério de ferro, petróleo em bruto, soja em grão, carnes de frango, suína e bovina, café em grão), manufaturados (+10,9%, em razão de automóveis de passageiros, veículos de carga, tubos flexíveis de ferro e aço, óleos combustíveis, hidrocarbonetos e seus derivados halogenados, açúcar refinado) e semimanufaturados (+4,4%, por conta de semimanufaturados de ferro e aço, celulose, ferro fundido, ouro em forma semimanufaturada, borracha sintética e artificial).

Nas importações, a média diária até a quarta semana deste mês (US$ 584,7 milhões) ficou 11,3% acima da média de março do ano passado (US$ 525,5 milhões). No período, cresceram os gastos, principalmente, com bebidas e álcool (+120,3%), eletroeletrônicos (+30,3%), combustíveis e lubrificantes (+28,6%), adubos e fertilizantes (+16,6%) e químicos orgânicos e inorgânicos (+12,9%).

Exportações de carnes

No grupo das carnes, a média diária de exportações da quarta semana de março, que teve cinco dias úteis, foi de US$ 50,5 milhões e ficou 19% menor em relação à média diária registrada até a terceira semana de março (US$ 62,2 milhões). Já a média diária de exportações do mês de março, que teve 18 dias úteis, foi de US$ 59 milhões, o que representa um aumento de 7,1% em relação à média diária de março do ano passado (US$ 55 milhões) e uma redução de 3,7% em relação à média de fevereiro deste ano (US$ 61,3 milhões). Os três tipos de carnes foram embarcados na semana, sendo 60% de aves, 27% de bovinos, 10% de suíno e 3% de tripas e miúdos em geral. Quanto aos destinos, observa-se elevada diversidade, com exportações para 108 países na semana, principalmente para Arábia Saudita (12% do total da semana), Rússia (10%), Hong Kong (9%), Japão (8%), China (8%), Emirados Árabes (6%), Países Baixos (5%), Egito (4%), Estados Unidos (3%), Irã (3%) e Alemanha (2%).

Fonte: MDIC

Wilson Sons amplia número de manobras portuárias em fevereiro

A Wilson Sons Rebocadores, empresa de apoio portuário do Grupo Wilson Sons, aumentou o número de manobras realizadas nos dois primeiros meses do ano. Em janeiro e fevereiro, as embarcações da companhia efetuaram 9.586 movimentações, um crescimento de 5,5% na comparação com igual período do ano passado.

O desempenho foi positivo nos dois meses. Em janeiro, quando a empresa realizou 4.883 manobras, houve alta de 3,2%. Já em fevereiro, o aumento foi de 8%, com 4.703 manobras.

“Esse crescimento é resultado de nossa atuação em toda a costa brasileira, do Rio Grande do Sul ao Pará, e da chegada de seis novas embarcações à frota no ano passado. Além disso, contamos com a Central de Operação de Rebocadores (COR), uma importante ferramenta que nos garante mais segurança e eficiência no atendimento aos clientes, otimizando ainda mais nosso desempenho”, diz o diretor de Operações da Wilson Sons Rebocadores, Marcio Castro.

Fonte: Segs

PetroRio concluí aquisição da Brasoil

A PetroRio, uma das uma das principais companhias independentes de produção de óleo e gás natural do Brasil, informa que concluiu a aquisição de 100% do capital da Brasoil do Brasil Exploração Petrolífera.

A Brasoil é uma holding detentora de participação de 10% do Campo de Manati (bacia de Camamu – BA), que produz atualmente 4,3 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia – ou cerca de 27 mil barris de óleo equivalente por dia.

O campo representa um ativo de grande qualidade que se soma ao portifolio da PetroRio. Manati é o 8º maior produtor do produtor de gás natural do Brasil.
Além da participação de Manati, outros participações relevantes da Brasoil, agora integradas à PetroRio, incluem 100% nas concessões do Campo de Pirapema, já em desenvolvimento e com foco em gás, e o Bloco FZA-M-254. Ambos estão na Bacia da Foz do Rio Amazonas.

“A conclusão da aquisição da Brasoil está alinhada com o modelo de negócios da PetroRio e sua estratégia de crescimento por meio aquisições, além de representar uma diversificação de seu perfil de ativos da companhia e das fontes de receita”, disse Nelson Queiroz Tanure, diretor da companhia.

A operação foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Fonte: Setor Energético

Shell tem expectativa de que isenção de conteúdo local seja concedida

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O presidente da Shell no Brasil, André Araújo, espera que a isenção de cumprimento de conteúdo local (waiver) pedida pelo consórcio de Libra seja concedida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Para o executivo, o projeto está à frente na discussão, mas a regulamentação do waiver será crucial para destravar uma série de investimentos no setor de petróleo.

Entre os projetos, Araújo deu como exemplo o Gato-do-Mato, da própria Shell, no pré-sal da Bacia de Santos, como um dos que podem vir a ter problemas semelhantes. “Decisões no presente vão ter impacto em como as companhias veem seu envolvimento nos projetos”, afirmou em evento do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Combustíveis (IBP).

A ANP analisa o pedido do consórcio de Libra para permitir a contratação do afretamento da plataforma FPSO Libra 1, que será utilizada no projeto piloto, com conteúdo local inferior ao previsto no contrato de partilha. O consórcio é operado pela Petrobras e conta ainda com a representante da União no projeto, a PPSA, a anglo-holandesa Shell, a francesa Total e as chinesas CNOOC e CNPC.

De acordo com Araújo, as decisões relativas ao projeto serão tomadas dependendo do entendimento dos empreendedores sobre seu custo final. O waiver relativo ao FPSO é um dos pontos-chave para isso.

Em palestra sobre a questão do conteúdo local, Araújo destacou que a mudança feita pelo governo Temer nessa política para os próximos leilões é positiva, trazendo porcentuais mais factíveis. Apesar disso, ainda há complexidade e detalhes a serem esclarecidos para as empresas. Além dos critérios para a concessão de waivers, ele mencionou também o futuro do Repetro como um ponto a ser endereçado.

“O Brasil precisa continuar definindo escolhas para atrair investimentos. O fato de ter um volume de reservas extremamente grande não significa necessariamente que os investimentos virão”, disse.

Fonte: Isto É

Petrobras mira custos de extração de óleo e gás abaixo de US$10/barril

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A Petrobras planeja operar com custos de produção abaixo de 10 dólares por barril de óleo equivalente (boe) no médio prazo, afirmou nesta quarta-feira a diretora de Exploração e Produção da petroleira estatal, Solange Guedes, durante teleconferência com analistas sobre os resultados de 2016.

Em 2016, o custo de produção de óleo e gás da empresa no Brasil e no exterior caiu 11 por cento ante 2015, para 10,3 dólares/boe. Em relação a 2014, o custo de extração caiu 27 por cento. Somente no pré-sal, no ano passado, o custo ficou abaixo dos 8 dólares/boe.

“Nós estamos atuando muito fortemente nos nossos custos logísticos offshore, que é onde tem o principal espaço para operarmos melhor com custos ainda mais competitivos… Eu entendo que vamos ter sim melhoria nessa área”, disse a diretora.

A executiva ponderou, no entanto, que toda vez que uma plataforma entra em operação há um “repique” dos gastos, uma vez que a unidade chega com seus custos integrais e uma produção relativamente pequena e isso vai sendo diluído ao longo do tempo, com o aumento crescente da produção.

“Como a gente tem uma concentração grande de unidades, (os repiques de custos) podem acontecer, mas no médio prazo a gente pretende… operar abaixo de 10 dólares o barril”, explicou.

Para 2017, estão previstas três novas plataformas de petróleo, sendo duas no campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos, e outra no campo de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos.

Uma delas, a plataforma P-66, já está instalada no campo de Lula Sul, aguardando apenas o aval do órgão ambiental federal Ibama para entrar em operação ainda neste mês.

Além disso, a empresa planeja realizar o teste de longa duração (TLD) da área de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, área considerada extremamente promissora, em julho.

Libra tem atualmente quatro poços perfurados e três completados. Em fevereiro, a empresa iniciou uma nova perfuração na região, na área sudeste.

Segundo Solange, o tempo para a completação de poço em Libra caiu 28 por cento entre o primeiro e o terceiro poço, para 47 dias.

REFINO

Após amargar prejuízos bilionários na área de refino, a Petrobras vem buscando nos últimos anos a atração de parceiros para refinarias nos últimos anos, mas sem sucesso. Nesta quarta-feira, o diretor de Refino e Gás Natural, Jorge Celestino, afirmou que a empresa está trabalhando em modelos.

Segundo ele, a empresa quer atrair sócios para essa área “o mais rápido possível”.

Fonte: Reuters

Statoil pretende continuar investindo em campos do pré-sal no Brasil

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O presidente da Statoil no Brasil, Anders Opedal, disse nesta quarta-feira que a petroleira está iniciando um programa de investimentos em exploração de petróleo de longo prazo com os campos de peregrino na Bacia de Campos, e Carcará, no pré-sal. A previsão é de participar de novos leilões.

O executivo, que está em um evento no instituto Brasileiro do Petróleo (IBP) que discute a questão da política de conteúdo local, criticou o modelo adotado pelo governo anterior do PT:

— Não queremos repetir a 13ª rodada (de licitações de blocos de petróleo). Um marco regulatório competitivo é necessário — afirmou.

Segundo o executivo da Statoil, os fornecedores têm grande o desafio de se tornarem competitivos em qualidade, preço e prazos, em especial em um contexto em que as petroleiras estão revendo seus custos. Atualmente, disse, a Statoil tem 60% de conteúdo local em Peregrino e está assinando contratos com 30 fornecedores que cumprem esses requisitos de competitividade.

Fonte: O Globo