Monthly Archives: fevereiro 2017

Petrobras devolve à União campo de Coral, na Bacia de Santos

A Petrobras devolveu à União o campo de Coral, na Bacia de Santos. Localizada na costa paranaense, a área começou a produzir em 2003, mas está inativa desde 2008.

De acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Coral produziu, em média, 2,8 mil barris diários de petróleo em seu último ano de atividade.

A ANP aprovou o relatório de desativação das instalações da unidade. Com a oficialização da devolução, Coral poderá, no futuro, ser releiloado pela agência.

Fonte: Valor

Obras do Comperj acontecerão a qualquer custo, diz Petrobras em reunião

A Petrobras conformiu, em nota à imprensa, que as obras do Comperj acontecerão a todo custo a partir de julho deste ano, depois que o Opep anunciou o novo rei do petróleo na África. Pedro Parente que está à frente na presidência da estatal, foi bem inciso e categórico em garantir na reunião com prefeitos dos 18 municípios que pertencem a esse consórcio, que a término da UPGN (Unidade de Processamento de Gás Natural) é prioridade de nível extraordinário, e que não há necessidade de receios quanto à continuidade do projeto. Parente também ressaltou que a BR já está com o capital necessário levar as atividades do complexo até o fim, na ordem de 2 bilhões de reais, afirma o presidente.

Nessa reunião com os prefeitos, ele disse que mais vinte e cinco contratos com empreiteiras entrarão em licitação no decorrer de 2017, porque além da UPGN, haverá outras obras de infraestrutura ocorrendo em paralelo ao complexo. Nas palavras de Parente, essa obras precisarão ser iniciadas o quanto antes, pois a produção dos campos de pré-sal ja em atividades plenas, dependem desse empreendimento. O não cumprimento dessa meta, vai resultar no diminuição da produção de petróleo e gás desses ativos.
Segundo as projeções da Petrobras, as obras vão começar a partir de julho desse ano, previsão de término em 2020. A estatal ainda adiciona que 23 contratos serão confeccionados com a finalidade de viabilizar as atividades operacionais da UPGN, por exemplo; estações de tratamento de afluentes, viabilização de energia e implantação de dutos.

Municípios beneficiados
Os municípios do estado do Rio de Janeiro que fazem parte desse consórcio são Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Rio Bonito, Maricá, Tanguá, Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Silva Jardim, Araruama, Saquarema, Cachoeiras de Macacu, Guapimirim, Magé, Nova Friburgo e Teresópolis

Desde de o início das operações da Lava Jato, o setor petrolífero vem sofrendo constantemente por conta da corrupção da Petrobras. Para se redimir, ela vem adotando medidas para tentar retomar a #Economia do setor, apesar de muitas delas serem polêmicas, como a venda de ativos e a obrigatoriedade de explorar todos os campos de pré-sal no Brasil

Fonte: Blastingnews

Petrobras quer licitar 23 contratos para operar unidade de gás no RJ

A Petrobras prevê licitar neste ano 23 contratos para viabilizar a operação da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj). A informação foi dada pelo presidente da estatal, Pedro Parente, em reunião realizada na quinta-feira com prefeitos dos 16 municípios da região do empreendimento, localizado em Itaboraí (RJ), de acordo com companhia.

A expectativa da Petrobras é iniciar as obras da UPGN no segundo semestre deste ano, com conclusão prevista para 2020. A finalização da unidade deve demandar US$ 2 bilhões em investimentos, cujos recursos já estão previstos no orçamento da petroleira.

Segundo a estatal, no encontro, Parente disse aos prefeitos que “podem ter absoluta certeza de que a obra será reiniciada”. Segundo ele, a unidade é “prioritária” para a companhia.

O executivo também destacou a importância das parcerias na área de refino e disse que essa é a única forma de concluir o Comperj.

Fonte: Uol

Rio recebe 14ª edição da Marintec em agosto

Os fornecedores da indústria naval como armadores, estaleiros, fabricantes, entre outros, têm um encontro marcado para os dias 15 a 17 de agosto, na 14ª edição da Marintec South America. A feira acontecerá no Rio de Janeiro, no Centro de Convenções SulAmérica.

O evento é líder em construção naval, plataformas e serviços de manutenção na América do Sul. Além disso, oferece oportunidades de negócios com mais de 10 mil profissionais qualificados. Além dos expositores, a Marintec contará também com diversos congressistas.

O credenciamento para visitantes poderá ser feito, em breve, através do site do evento: https://marintecsa.com.br.

Fonte: Panorama Offshore

Norwegian Cruise Line Holdings encomenda nova geração de navios

A Norwegian Cruise Line Holdings Ltd. conjuntamente com a NCL Corporation Ltd. anunciaram acordo com a Fincantieri S.p.A. para construir a próxima geração de navios para sua marca Norwegian Cruise Line. Foram encomendados quatro navios a serem entregues em 2022, 2023, 2024 e 2025, com opção para mais dois adicionais para 2026 e 2027.

Com 140 mil toneladas brutas, os quarto navios acomodarão aproximadamente 3,3 mil hóspedes. Esta nova classe de navios será construída com base na mais recente classe, a Breakaway-Plus. Uma das prioridades do protótipo é a eficiência energética, com o objetivo de otimizar o consumo de combustível e reduzir o impacto no ambiente.

Fonte: Portos e Navios

Marinha permite que Petrobras retome operação de plataforma em Marlim Sul

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A Marinha do Brasil autorizou na manhã desta segunda-feira a Petrobras a retomar a operação da plataforma P-40, no campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos, após ter sido interditada por uma inspeção no último dia 9, informou a petroleira em nota à Reuters.

A plataforma passava por uma manutenção programada quando recebeu a inspeção de representantes da Marinha.

“A Marinha havia determinado que as atividades de manutenção das instalações não fossem realizadas enquanto a plataforma operava”, disse a empresa, destacando que cumpriu as recomendações da Marinha e, após nova vistoria, a plataforma foi liberada para o retorno das operações.

A Petrobras, entretanto, não detalhou os possíveis impactos à produção.

A P-40 produziu em dezembro média diária de 79,441 mil barris de petróleo e 1,180 milhão de metros cúbicos de gás natural, segundo os dados mais atuais publicados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O diretor de comunicação do Sindipetro Norte Fluminense (Sindipetro-NF), Tezeu Bezerra, afirmou que a auditoria da Marinha ocorreu devido a denúncias feitas pelo sindicato, que se preocupa com a redução do efetivo, após programas recentes da empresa de demissão voluntária, que estariam afetando as condições de segurança.

Dentre as denúncias feitas pelo sindicato à Marinha estava o descarte de água oleosa no mar fora dos padrões, causando poluição. O sindicalista, que não teve acesso ao relatório da auditoria, destacou que interdições somente são feitas quando há real risco de acidentes.

“O baixo efetivo é realmente um problema gravíssimo, estamos vendo a hora de isso realmente causar um acidente mais grave, estão querendo reduzir ainda mais o efetivo, e isso tudo coloca a vida de todo mundo em risco”, disse Bezerra à Reuters.

Na nota, a Petrobras afirmou que “reitera o seu compromisso com a segurança dos trabalhadores e a preservação do meio ambiente e de suas instalações”.

Fonte: Reuters

Balança comercial registra superávit de US$ 956 milhões

Na segunda semana de fevereiro, a balança comercial registrou superávit de US$ 956 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,847 bilhões e importações de US$ 2,891 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo MDIC.

A média diária das exportações na segunda semana de fevereiro chegou a US$ 769,4 milhões, 2% acima do registrado na primeira semana do mês (US$ 754,3 milhões). Houve aumento de 6,4% nas vendas externas de produtos básicos por conta de soja em grão, petróleo em bruto, farelo de soja, trigo em grão e café em grão. As exportações de semimanufaturados caíram 4,4% em razão, principalmente, de semimanufaturados de ferro e aço, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, ferro fundido bruto e ferro spiegel. As vendas de manufaturados registraram recuo de 2,6%, devido à diminuição nas vendas de torneiras e válvulas, óxidos e hidróxidos de alumínio, produtos laminados planos de ferro e aço, hidrocarbonetos e etanol.

Em relação às importações, a média diária registrada na segunda semana de fevereiro teve queda de 15,5% em relação a primeira semana. Caíram os gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos eletroeletrônicos, químicos orgânicos e inorgânicos e veículos automóveis e partes.

Acumulado

Em fevereiro, as exportações já somam US$ 6,110 bilhões e as importações, US$ 4,943 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,167 bilhão. No acumulado do ano, os embarques totalizam US$ 21,022 bilhões (média de US$ 700,7 milhões), com crescimento de 16,7%, pela média diária, em relação ao mesmo período de 2016 (US$ 600,6 milhões). As compras externas, foram de US$ 17,129 bilhões (média de US$ 571 milhões), com crescimento de 9,4%, pela média diária, em relação ao acumulado até a segunda semana de fevereiro de 2016 (US$ 521,8 milhões). O superávit acumulado é de US$ 3,892 bilhões.

Mobilização política para salvar empregos no BrasFels

Estaleiro de Angra pode perder obras, se conteúdo nacional for cortado pela Petrobras. Prefeito Fernando Jordão reúne-se com Sinaval e acertam ação conjunta.

Toda a cadeia produtiva da construção naval do Brasil corre um risco iminente de ser implodida se a Agência Nacional do Petróleo aprovar o pleito do presidente da Petrobras, Pedro Parente, de desobrigar à empresa do conteúdo nacional na construção de plataformas e outros equipamentos para exploração de petróleo. Essa liberação, chamada no jargão da indústria de waiver, abre as portas para que plataformas sejam construídas fora do país. E adivinhe o que está no centro desta discussão: a construção ou não de uma plataforma FSPO para o campo de Libra que seria construída exatamente no BrasFels, gerando milhares de empregos por três anos.

Por mais de duas horas, o prefeito Fernando Jordão e o secretário de Desenvolvimento Econômico, João Carlos Rabello, debateram com a diretoria do Sinaval – Sindicato Nacional da Construção Naval – que conseguiu barrar judicialmente essa liberação solicitada pela Petrobras. O presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha, explicou que a Petrobras justifica que uma plataforma no Brasil custaria 40% a mais que outra construída no exterior, mas garante que isso não é verdade.

– A Petrobras não abre o preço de suas cotações sob alegação de que é preciso manter sigilo empresarial. Mas posso garantir que não é bem assim. Acho que o presidente Pedro Parente está sendo induzido ao erro pela equipe técnica. – defende Ariovaldo Rocha.

Defendendo uma mobilização nacional, o prefeito Fernando Jordão já articulou uma frente de deputados federais para defesa do conteúdo nacional que será coordenada pela deputada federal Soraya Santos (PMDB-RJ).

– A deputada Soraya é de Niterói e sabe muito bem a importância dos estaleiros para gerar empregos no Estado e no Brasil. (Niterói é sede de vários estaleiros). E vai contar com apoio de deputados de todo o Brasil, até de lugares que não tem estaleiros. É o caso de Pindamonhangaba que não tem estaleiros, mas tem uma fábrica de tubulações que são utilizadas nas plataformas e navios. Sem a exigência do conteúdo nacional, essas tubulações serão contratadas na China. O prefeito de lá já se manifestou a favor do conteúdo nacional e como o Governador de São Paulo, Geraldo Alkimim, é de Pindamonhangaba, vamos pedir que se engaje na nossa causa.- disse o prefeito.

O secretário João Carlos Rabello ficou responsável pela articulação das ações da Prefeitura que vão desde entrar como litisconsorte na ação judicial já impetrada pelo Sinaval, além de agendar reuniões na Agência Nacional do Petróleo e ministérios, e também de juntar dados técnicos para defender a exigência do conteúdo nacional.

– Já existem leis que regulam a importação e similaridade de produtos. Quando o governo vai contratar, a regra estabelece que entre um produto importado e um nacional, opta-se por um fabricado aqui mesmo que o nacional custe até 30% a mais. E a razão é simples: o custo de fabricar no Brasil muitas vezes é mais alto por culpa exclusiva das leis brasileiras que impõem custos trabalhistas, encargos sociais, impostos, além da infraestrutura precária que obriga às empresas gastarem mais para suprir a ausência dos governos. É o chamado “Custo Brasil”. O Sinaval desconfia que a Petrobrás anunciou que a plataforma de Libra custaria 40% a mais se for construída no Brasil, exatamente para fugir dessa regra dos 30% e vai mais além: acha que é essa diferença pode ser menor do que 20%. – explica o secretário Rabello.

Menos conteúdo nacional

Na guerra pela defesa do conteúdo nacional, a plataforma para o campo de Libra é uma das mais importantes batalhas. A empresa japonesa MODEC ganhou a licitação da Petrobras para operar e executar todos os serviços do campo de Libra, incluindo a construção da FPSO do Campo de Libra. O estaleiro escolhido para a construção é exatamente o BrasFELS, de Angra dos Reis.

A Petrobras, segundo informações do Sinaval, concorda com toda planilha de custos da MODEC, menos com o da construção da plataforma aqui. Pelo que apurou o Sinaval, a Petrobras defende que a obra seja feita em estaleiros chineses.

– Só que na China, o estaleiro é estatal e eles nem pestanejam se tiver que praticar dumping (preço abaixo do valor do custo) apenas para ganhar mercado. E dumping é contra o regramento mundial de comércio. Além disso, a construção naval é considerada estratégica para a maioria dos países sérios no mundo. Os Estados Unidos, por exemplo, não permitem que navios e plataformas sejam construídos fora do país por uma questão de manter o domínio tecnológico da área e por uma questão de segurança. E é claro que a mão de obra americana custa muito mais que a chinesa. – explica Ariovaldo Rocha, presidente do Sinaval.

O fato é que as regras de hoje não permitem que a Petrobras contrate uma obra fora do país, salvo pagando multas. Só que essas multas podem ser tão baixas que justifique que a Petrobras pague a multa e construa na China.

Prefeito protesta

Só que no Governo Federal está em discussão o Pedefor (Programa de Estímulo à Competitividade da Cadeia Produtiva, ao Desenvolvimento e ao Aprimoramento de Fornecedores do Setor de Petróleo e Gás Natural) que valerá para obras futuras (dois ou três anos para frente), que pretende flexibilizar as regras do conteúdo nacional.

Diante disso, o prefeito Fernando Jordão enviou ofício aos ministérios envolvidos nesse debate defendendo a manutenção do conteúdo nacional e a preocupação com o desmantelamento da cadeia produtiva da construção naval.

Frente parlamentar

A deputada Soraya Santos já está se reunindo com congressistas em uma Frente Parlamentar, que vai defender o conteúdo nacional para a indústria naval, petróleo, óleo e gás.

– Se o Brasil cortar o conteúdo nacional estará na contramão de todos os países do mundo. Há momentos que é preciso abrir as fronteiras e flexibilizar, mas agora todos os principais países do mundo estão adotando teses nacionalistas. No caso do conteúdo nacional da cadeia de petróleo e gás não se trata nem de um nacionalismo exacerbado como do presidente Trump. É uma proteção natural da nossa indústria. – define a deputada que está juntando outros congressistas, inclusive senadores em torno da causa.

Fonte: Angra News

PetroRio aumentará faturamento em 30% com compra da Brasoil, diz diretor

A petroleira brasileira PetroRio vai aumentar em 30 por cento o seu faturamento anual após a finalização da compra de 100 por cento da Brasoil, afirmou à Reuters nesta sexta-feira o diretor Financeiro, de Novos Negócios e de Relações com Investidores da companhia, Blener Mayhew.

Atualmente, a conclusão do negócio depende apenas do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o que é esperado para acontecer em 30 dias, segundo o executivo.

O aumento do faturamento anual, segundo Mayhew, virá a partir da participação indireta detida pela Brasoil de 10 por cento na concessão do campo de Manati, um dos mais importantes produtores de gás natural do Brasil.

A PetroRio teve receita total de 284,1 milhões de reais nos nove primeiros meses de 2016.

Ele não revelou o valor da aquisição da Brasoil, com finalização do acordo anunciada nesta sexta-feira.

Manati produziu 4,2 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia em dezembro, figurando como oitavo maior campo produtor de gás natural do Brasil, segundo dados mais recentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Com o negócio, a petroleira passa a ter dois ativos em fase de produção, incluindo o campo de Polvo, na Bacia de Campos, comprado pela PetroRio em 2014. Outros ativos adquiridos junto com a Brasoil ainda estão em fase de investimentos.

“Agora a gente tem dois ativos geradores de caixa, então do ponto de vista de crédito os bancos gostaram muito dessa aquisição… o perfil de crédito é muito melhor agora”, afirmou.

Além da participação no campo de Manati, outros ativos relevantes da Brasoil incluem a participação indireta de 100 por cento nas concessões do campo de Pirapema –ativo de gás atualmente em desenvolvimento– e do Bloco FZA-M-254, ambos na Foz do Rio Amazonas.

“Obviamente não é core business da PetroRio exploração e desenvolvimento, então a gente vai olhar e eventualmente trazer parceiros para ajudar a desenvolver esses ativos”, disse Mayhew.

NOVAS AQUISIÇÕES

Apesar do movimento recente, Mayhew destacou que a empresa permanece atenta a novas oportunidades no mercado, já que tem atualmente uma estratégia de crescimento por meio de fusões e aquisições.

“A gente está participando de algumas concorrências, sempre estudando o mercado no Brasil e no exterior”, afirmou Mayhew, explicando que há muitos ativos interessantes no mercado.

Questionado sobre a possibilidade de buscar deter uma maior parcela em Manati, Mayhew afirmou que a empresa “conhece bem o ativo, acha o ativo bem interessante e, eventualmente, teria interesse em aumentar participação”, caso haja interesse dos demais sócios e seja interessante para a companhia.

Atualmente, além da Brasoil, integram o consórcio de Manati a Petrobras, operadora com 35 por cento, a Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP), com 45 por cento, e a Geopark, com os demais 10 por cento.

Fonte: Extra

Terminal da Fibria é maior investimento privado do País

A Fibria, empresa brasileira de base florestal e líder mundial na produção de celulose de eucalipto, iniciou as obras do terminal intermodal no município de Aparecida do Taboado (MS), que atenderá o escoamento da produção de celulose da sua nova fábrica em Três Lagoas (MS) para o Terminal de Macuco, no Porto de Santos (SP), de onde será exportada para clientes na Ásia, Europa e Estados Unidos.

Considerado um dos maiores investimentos privados do país com foco na exportação, o novo terminal intermodal da Fibria vai fortalecer a logística, diversificar a economia e gerar emprego e renda, conforme o governo estadual. A cerimônia do lançamento da pedra fundamental ocorreu nesta quinta-feira e contou com a presença do governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, secretário, e do diretor executivo de Logística e Suprimentos da Fibria, Wellington Giacomin, e outras autoridades.

O terminal intermodal – que integra vários meios de transporte, como o rodoviário e o ferroviário – de Aparecida do Taboado (MS) está localizado na BR 158 e terá capacidade para escoar 1,95 milhão de toneladas de celulose por ano. O término das obras está previsto para julho de 2017. A entrada em operação da segunda linha de produção de celulose da Fibria em Três Lagoas (MS) está prevista para o início do quarto trimestre deste ano.

“A Fibria vem fazendo sua lição de casa ao investir em práticas que aliam o crescimento com o desenvolvimento regional sustentável. Essa obra é um exemplo disso. O modal ferroviário representa maior atratividade econômica e menor impacto ambiental. É bom para a Fibria, para Aparecida do Taboado e para o Estado do Mato Grosso do Sul”, diz Marcelo Castelli, presidente da Fibria.

O investimento da Fibria no novo Terminal Intermodal de Aparecida do Taboado está dentro do volume global de investimentos do Projeto Horizonte 2, que soma R$ 7,5 bilhões. O terminal seguirá o padrão estrutural de terminais integradores de outras regiões do Brasil, que funcionam como polos concentradores de carga, aumentando a agilidade com a utilização de ferrovias do tipo bitola larga (estrutura de trilhos que permite que os vagões e locomotivas trafeguem com uma velocidade superior).

“A Fibria busca o constante aprimoramento em seus processos para garantir excelência operacional. Estamos dando mais um passo para reforçar o diferencial competitivo da nossa logística integrada. A estrutura do novo terminal foi pensada para aumentar a agilidade no escoamento da produção, conferindo redução de custos e eficiência no processo”, afirma Wellington Giacomin, diretor executivo de logística e suprimentos da Fibria.

Alinhado à estratégia de desenvolvimento social da Fibria, a construção do terminal irá gerar 220 postos de trabalho, entre diretos e indiretos, durante o período de obras. Ao entrar em operação, o Terminal em Aparecida fortalecerá o corredor logístico do Centro-Oeste.

Fonte: Diário Digital