Monthly Archives: março 2016

Hornbeck apresenta supridor no Porto do Rio

A Hornbeck Offshore Navegação, empresa do grupo Hornbeck Offshore Services, Inc., apresenta nesta quarta-feira (31) no porto do Rio de Janeiro o “Hos Brass Ring”, embarcação de apoio offshore do tipo DP-2, de bandeira brasileira, da classe Hosmax 310 EQH. Foi construído em Panama City, Flórida, e não tem contrato assinado com nenhuma petroleira.

O “Hos Brass Ring” é um navio de suprimento, suporte à acomodação e reparo de embarcações que satisfaz a múltiplas exigências do trabalho em plataformas. Com 92 metros de comprimento e motorização elétrica a diesel, tem velocidade de cruzeiro de 10 nós e atinge velocidade máxima de 12 nós. A embarcação pode ser empregada na recuperação de óleo derramado no mar. Para isto, dispõe de tanques próprios no deck inferior com capacidade total de 3.400 metros cúbicos. Conta com 23 quartos de estadia, certificados para receber até 72 pessoas.

Com sede nos Estados Unidos, a Hornbeck Offshore Services, Inc. fornece transporte marítimo e submarino e de serviços de apoio de acomodações para a exploração e produção de petróleo e construções offshore.

A Hornbeck opera com uma frota própria composta de 62 OSVs (Offshore support vessels – navios de serviço offshore) e 6 PSVs (Platform supply vessels – navios de suprimento a plataformas), além de quatro MPSVs (Multipurpose supply vessels – navios de apoio de múltiplos objetivos) em construção, previstos para entrega em 2016 e 2017.

Com novo sistema de atracação, Porto de Paranaguá reduz tempo de carregamento de grãos

O Porto de Paranaguá acaba de testar um sistema que vai tornar mais rápido o carregamento de grãos no Corredor de Exportação. O primeiro navio de soja concluiu no último domingo (28) a operação em uma nova modalidade de carregamento, o Super Berço. Em apenas 33 horas, o navio Innovation carregou 63.307 toneladas do produto.

O tempo de carregamento normal de um navio é 48 horas, sendo que nesta modalidade o tempo de carregamento foi reduzido em 15 horas, gerando um ganho operacional de 31,25%.

A operação foi feita pelo Terminal da Interalli e inaugurou uma nova regra da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) – prevista na Ordem de Serviço 001/2016 – e que dá prioridade de atracação para embarcações que se comprometem a concluir um embarque de 65 mil toneladas em até 36 horas.

De acordo com o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Divino, a nova regra operacional tem como objetivo atender a grande demanda de granéis sólidos previstas para carga e descarga no Porto de Paranaguá e consequente necessidade de dar maior agilidade às operações. O berço utilizado para as atracações prioritárias será o 213 do Corredor de Exportação.

“Queremos reduzir cada vez mais o tempo de espera para atracação e esta medida só está sendo possível porque adquirimos novos shiploaders que têm condições de operar com duas correias simultâneas de abastecimento de carga, com capacidade de 2 mil toneladas por hora”, declarou Dividino.

Ele explicou que a operação no Super Berço só é possível para os terminais que tiverem com a estrutura atualizada para operar com o dobro da capacidade.

Os quatro novos carregadores de navios que estão em operação no Corredor de Exportação conseguem embarcar grãos com 33% mais agilidade do que os antigos, aumentando a velocidade de carregamento de 1,5 mil toneladas por hora para 2 mil toneladas por hora. O investimento foi de R$ 59 milhões.

“A ideia é que os terminais que ainda não realizaram os investimentos para operar nestas condições enxerguem a vantagem de carregar na metade do tempo e façam suas adaptações para que possam solicitar o Super Berço. Assim, todos ganham, com mais produtividade e mais carregamentos em um menor espaço de tempo”, ressalta Dividino.

PRIORIDADE – Os navios que solicitarem carregamento no Super Berço terão prioridade no line-up, que é uma fila de 18 navios para atracar no Corredor de Exportação, e poderão atracar no porto tão logo cheguem à baía de Paranaguá, passando à frente dos demais.

“Os navios, no entanto, precisam garantir condições técnicas para realizar as operações dentro de rigoroso critério de medição das produtividades”, ressalta Dividino. Segundo ele, os ganhos de produtividades gradativos estão previstos em todo o processo de modernização e repotenciamento do Corredor de Exportação.

A condição do Super Berço é mais um passo no sentido de promover a racionalização da infraestrutura e a redução dos custos aos usuários do Porto de Paranaguá. Os efeitos destes ganhos se estendem a toda cadeia de carregamento na medida em que mesmos os navios que não consigam esta produtividade conseguem atracar com horas de antecipação.

Ao final de cada período de 12 horas, a produtividade do carregamento é avaliada para se conferir se a operação está dentro dos parâmetros técnicos do Super Berço.

No cálculo, são descontadas as eventuais paralisações na operação por conta de chuvas.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Perdas da Petrobras com Sete Brasil chegam perto de R$ 1 bilhão

A Petrobras aumentou para R$ 922 milhões sua projeção para perdas com o investimento feito na empresa de sondas Sete Brasil. A informação consta do balanço da companhia para o quarto trimestre de 2015, que apresentou prejuízo recorde de R$ 34,8 bilhões.

No terceiro trimestre, o valor estimado para a perda com a Sete Brasil era de R$ 676 milhões.

“Em decorrência da deterioração da situação econômica e financeira da Sete Brasil, da interrupção de grande parte das obras do projeto, bem como do cenário de incerteza sobre as alternativas de continuidade do projeto, neste momento, não há como estimar qualquer benefício econômico futuro para este investimento”, diz a Petrobras em suas demonstrações financeiras.

Criada em 2010 para fornecer 28 sondas para o pré-sal, a Sete Brasil não tem dinheiro para continuar as obras e se tornou inadimplente com estaleiros e fornecedores de equipamentos.

A Petrobras tem uma participação direta de 5% na Sete Brasil e detém 4,59% do Fundo de Investimentos em Participação (FIP) Sondas, que controla a empresa. É sócia, neste fundo, de bancos e fundos de pensão.

Por outro lado, a estatal é a única cliente da Sete. As duas partes negociam uma revisão do contrato, para adequá-lo ao novo cenário de petróleo barato. A ideia da estatal é reduzir para dez o número de sondas contratadas.

Em entrevista para detalhar o balanço nesta segunda (21), a direção da Petrobras evitou comentários sobre as negociações. Questionado sobre o tema, o presidente da estatal, Aldemir Bendine, limitou-se a dizer que as negociações continuam.

“Estamos fazendo, não só este ano, como já fizemos em períodos anteriores, provisionamento para caso a empresa não possa tocar seus projetos adiante”, concluiu.

Ao mesmo tempo em que negocia com a Sete, a Petrobras vem reduzindo o número de sondas contratadas com outras empresas. Entre 2014 e 2015, a frota dedicada à estatal caiu de 62 para 45.

Além disso, anunciou uma baixa contábil de R$ 2 bilhões com relação a sondas próprias que não serão mais usadas no futuro. Bendine ressaltou, porém, que a lista inclui sondas de águas rasas e terrestres, que não competem com os equipamentos em negociação com a Sete Brasil.

Fonte: Folha de São Paulo/NICOLA PAMPLONA DO RIO

Refinaria do Comperj é adiada para 2023, diz diretor da Petrobras

RIO DE JANEIRO – O início da operação da refinaria Comperj, em Itaboraí (RJ), da Petrobras, foi novamente adiado, dessa vez para 2023, devido à dificuldade de encontrar um sócio para o projeto que carregue investimentos necessários para a conclusão da obra, informou nesta segunda-feira o diretor de Abastecimento da estatal, Jorge Celestino.

Devido ao adiamento, a empresa realizou no quarto trimestre de 2015 uma baixa contábil do ativo de 5,3 bilhões de reais.

“Ficou para 2023, será um único trem (unidade de refino, no jargão do setor). Até agora o investimento (feito é de) 14 bi de dólares”, afirmou Celestino, ao participar de conferência de imprensa sobre os resultados da empresa em 2015.

O presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, explicou que a empresa busca um parceiro que não seja apenas um sócio, mas também contribua com a realização das obras do Comperj, um dos focos do esquema de corrupção na estatal investigado pela operação Lava Jato.

“Não tínhamos um parceiro no fim de 2015 e estamos fazendo um adiamento da geração de caixa do projeto”, disse Bendine.

A baixa contábil do Comperj colaborou para afetar o resultado líquido da divisão de Abastecimento, que ainda assim registrou lucro de 2,3 bilhões de reais no quarto trimestre.

Já a Refinaria do Nordeste (Rnest), da Petrobras, em Pernambuco, também afetada pelo escândalo de corrupção, deverá iniciar a operação do segundo trem, de 115 mil barris de petróleo/dia de capacidade de processamento, no fim de 2018 ou início de 2019.

O primeiro trem, também de 115 mil barris/dia, opera ainda com capacidade reduzida de 100 mil barris/dia, devido ao atraso na conclusão de um equipamento de abatimento de emissão gases do efeito estufa.

A Petrobras está importando menos diesel do que outras empresas no Brasil, disse Celestino.

A estatal tem importado entre 40 mil e 50 mil barris/dia de diesel, ante 50 mil a 60 mil de outras companhias, segundo o diretor de Abastecimento.

O preço no Brasil mais caro que no exterior está favorecendo as importações.

(Fonte: Reuters)

Vale e China COSCO Shipping assinam contrato para transporte de minério de ferro

A Vale e a China COSCO Shipping Corporation Limited assinaram, na semana passada, um contrato de afretamento para cooperação no transporte de minério de ferro. De acordo com o contrato, a China COSCO Shipping vai transportar cerca de 16 milhões de toneladas de minério de ferro por ano para a Vale. O contrato será válido até o final do 27º ano a partir do início do contrato, previsto para o primeiro semestre de 2018.

O contrato de afretamento foi assinado por Luiz Meriz, gerente executivo de Navegação e Marketing de Minério de Ferro da Vale, e Ye Weilong, vice-presidente executivo da China COSCO Shipping. O presidente da Vale, Murilo Ferreira, e o Chairman da China COSCO Shipping, Xu Lirong, participaram da cerimônia de assinatura.

“Este contrato de afretamento com a China COSCO Shipping é mais um exemplo da parceria de longo prazo entre a Vale e a China,” afirmou Murilo Ferreira.

Fonte: Guia Marítimo

BNDES amplia financiamento a infraestrutura

Para tentar ampliar os investimentos e viabilizar as concessões de infraestrutura, o governo anunciou uma série de medidas para facilitar a emissão de debêntures de infraestrutura e melhorar as condições de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Dentre as medidas estão o uso de imóveis da União para capitalizar o Fundo Garantidor de Infraestrutura.

As emissões de debêntures para projetos de concessão, autorização de parcerias público-privadas (PPPs) e outorgas passarão a ser considerados prioritários, ou seja, não precisarão de aprovação do ministério setorial para obter isenção de IR. “Periodicamente, governo vai editar portaria listando projetos que tem essa natureza de concessão”, disse o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira, acrescentando que algumas medidas serão viabilizadas por edição de decreto e projeto de lei.

Além disso, o BNDES aumentou a participação máxima nos financiamentos e ampliou a parcela de TJLP das linhas que contam com custo misto (TJLP e custo de mercado). O diretor da área de capitais do BNDES, Julio Ramundo, afirmou que as novas medidas representam redução efetiva de custo de 1,3 ponto percentual a 2 pontos percentuais para o tomador. O Conselho Monetário Nacional (CMN) deve regulamentar ainda a possibilidade de liquidação antecipada de debêntures. A medida visa facilitar a emissão desses papéis em um momento em que a taxa de juros está temporariamente alta.

Oliveira disse também que será encaminhado ao Congresso projeto de lei permitindo que imóveis da União sejam utilizados para capitalizar o Fundo Garantidor de Infraestrutura. O fundo, regulamentado em 2014, mas que ainda não está em funcionamento, teria inicialmente patrimônio de R$ 500 milhões.

O governo espera que outros R$ 500 milhões sejam acrescidos pelos bancos que financiarem projetos garantidos. Segundo o secretário-executivo, o fundo vai poder, acionada a garantia, suportar risco temporário, como risco político e extraordinário. Oliveira disse que sa medida não tem impacto fiscal.

No caso do BNDES, haverá um aumento da participação nos financiamentos de projetos de infraestrutura, incluindo os da segunda fase do Programa de Investimento em Logística (PIL). Além disso, a parcela do financiamento corrigida pela TJLP, atualmente 7,5% ao ano, poderá ser elevada no caso de emissão de debêntures de infraestrutura para bancar 10% do projeto. As novas regras já serão aplicadas ao PIL 2.

As condições dos financiamentos de rodovias, portos e aeroportos foram melhoradas. Os financiamentos do BNDES a projetos de concessão de rodovias (no primeiro ciclo de investimentos) e de portos, por exemplo, contarão com participação de até 49% em TJLP na composição total do crédito (que inclui parcela em condições de mercado).

A condição de crédito do BNDES poderá ser ainda melhorada por meio da emissão de debêntures de infraestrutura. Se for adotada pelo menos 10% de debêntures, a participação em TJLP no financiamento total para esses modais crescerá na mesma proporção, para até 59%.

Segundo Ramundo, a participação do BNDES nos financiamentos de aeroportos subiu de 30% para 40%. No caso das rodovias, foi mantida em 70% no caso do primeiro ciclo, ou seja, novas concessões. Já para o segundo ciclo de rodovias, que trata de concessões antigas, mas que precisam de novos investimentos, o percentual passou de 30% para 40%.

Nas ferrovias e hidrovias, a participação saltou de 70% para 80% e portos passou de 50% para 70%. O banco não precisa de recursos adicionais para colocar as medidas em prática, porque há uma redução da demanda de crédito, disse Ramundo.

Oliveira estima que haja emissão de R$ 6 bilhões e R$ 10 bilhões em debêntures, caso todos optem pela emissão de 10% para financiar os projetos do PIL. “Não há dúvida de que a economia brasileira, no médio e longo prazos, é extremamente atrativa para investidores. Essas alterações contribuem para fortalecer essa visão de confiança dos investidores na economia brasileira olhando para horizonte um pouco mais longo”, disse o secretário-executivo da Fazenda.

Fonte: Valor Econômico/Edna Simão | De Brasília

Navios para descarga de fertilizantes cresce 5,7%

O número de navios carregados com fertilizantes programados para desembarcar nos portos brasileiros avançou 5,7%, de 140 esperados na semana encerrada em 29 de fevereiro para 148 ontem, aponta levantamento da agência marítima Williams Brazil. O relatório considera embarcações já ancoradas, aquelas que estão ao largo esperando atracação e também as que já deixaram os portos.

Foi agendado o descarregamento de 2,646 milhões de toneladas de fertilizantes, volume ligeiramente superior (2,3%) aos 2,586 milhões de toneladas agendadas até 29 de fevereiro. A maior quantidade está programada para o Porto de Paranaguá (PR): 1,063 milhão de toneladas, ou 40,18% do total. Santos (SP) recebe 23,79% (629.777 t) dos volumes entregues no País; Rio Grande (RS), 11,98% (317.062 t); Vitória (ES), 5,82% (154.050 t), e Antonina (PR), 4,92% (130.167 t).

Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

Até 2020, capacidade de escoamento de grãos pelo Pará crescerá 160%

“Estamos envidando todos os esforços para escoar a produção agrícola da Região Centro-Oeste. Cabe a nós da SEP fazer com que a soja brasileira seja mais competitiva”. A afirmação do ministro Helder Barbalho, da Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP), foi feita ontem, terça-feira (8), em Cuiabá (MT), durante sua participação no seminário “Setor Portuário: Desafios e Oportunidades”, promovido pela SEP em parceria com a revista Carta Capital.

Com esse objetivo, a Secretaria está trabalhando para aumentar a capacidade de movimentação de grãos nos portos do Arco Norte, especialmente do estado do Pará. De acordo com projeção da SEP, a atual capacidade de transporte de granéis sólidos aumenta pelo menos 160% até 2020, passando de 8,5 milhões de toneladas (considerando portos públicos e privados) para 22,1 milhões de toneladas.

Esse salto considerável na capacidade de movimentação de grãos será possível com a concessão das próximas seis áreas para novos terminais portuários, todas no estado do Pará, a serem leiloadas dia 31 deste mês, na BM&FBovespa, em São Paulo. O ministro lembrou que das seis áreas disponíveis para arrendamento, apenas uma é destinada à movimentação de fertilizantes, e todas as demais são voltadas para o transporte de grãos. Todo esse planejamento está, segundo o ministro, “absolutamente interligado com a necessidade logística de escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste brasileiro”.

Helder exortou o empresariado local a investir no setor: “Por isso a importância do envolvimento dos produtores de Mato Grosso, compreendendo que a consolidação do Arco Norte permitue que haja um novo caminho de acesso, que haja o barateamento dessa produção e consequentemente a competitividade de nossos produtos”.

De acordo com dados apresentados pelo consultor da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Luiz Antonio Fayet, durante o roadshow de apresentação das oportunidades de investimento no setor portuário brasileiro, em Cuiabá, dependendo da região produtora, a economia com a movimentação da produção agrícola pelos portos do Arco Norte pode variar de US$ 47 e US$ 60 por tonelada de grão. Isso porque o deslocamento terrestre da porteira até o porto pode ser reduzido de 500 a 1.000km.

O ministro lembrou os esforços para integrar os portos com os vários modais na consolidação da logística do Arco Norte. Destacou as melhorias previstas na rodovia BR-163 de Mato Grosso ao Pará, incluindo o asfaltamento do trecho entre Miritituba (PA) e Santarém (PA), assim como em ferrovias para a ligação das regiões Centro-Oeste e Norte e a conclusão da licitação para a construção de um caminho fluvial no trecho conhecido como Pedral do Lourenço que permite a navegabilidade contínua na hidrovia do Tocantins. E concluiu: “Vamos garantir que o Arco Norte tenha esse encontro multimodal. Assim, quero convidar os senhores para que invistam. Que isso seja uma oportunidade de ganhos para os senhores e para o Brasil”.

Os diretores da ANTAQ, Fernando Fonseca (geral substituto) e Adalberto Tokarski participaram do evento. Tokarski falou no painel sobre integração de modais e acessos portuários.

Fonte: SEP

Fluxo nos portos Potiguares sobe 52% ante fevereiro de 2015

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte anunciou que foi registrado aumento de 52,76% na movimentação dos Portos do Estado durante o mês de fevereiro, em comparação com o mesmo período de 2015. No Porto de Natal foram movimentadas 138.894 toneladas, o que representa um aumento de 64,34% em relação às 84.516 toneladas de igual mês do ano passado.

Já no terminal salineiro de Areia Branca, o aumento foi de 49,14%, com 403.096 toneladas de sal movimentadas no mês passado, ante 270.280 toneladas de fevereiro de 2015.

“Nós dividimos esse recorde com todos os nossos servidores, especialmente, os operadores portuários”, diz o diretor-presidente da Codern, engenheiro Emerson Fernandes Daniel Júnior.

No porto de Natal, também tem sido intensa e maior a movimentação de cruzeiros. Na temporada de 2016, o aumento será de 50%, com 15 navios turísticos que passarão pelo terminal portuário até o final do próximo mês.

Hoje, segunda-feira (7), o navio Seabourn Quest atracará no Porto de Natal, após percorrer a costa brasileira, vindo da Argentina. Na sequência, a embarcação seguirá para os Estados Unidos.

Até o final do ano, a Codern tem a expectativa de superar a movimentação de 2015 no porto de Natal e no terminal salineiro de Areia Branca, que geraram um faturamento de R$ 40 milhões, o que deverá ser maior em 2016.

Fonte: por Portal Brasil